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Cada vez mais as redes sociais têm vindo a introduzir um novo conceito interativo e digital ao jornalismo tradicional. Nos dias de hoje o Facebook e o Twitter são poderosas ferramentas ao uso das empresas de comunicação que recorrem às redes sociais para venderem e publicitarem o seu trabalho na rede. Analisando o conceito do Twitter é importante pensar e refletir sobre o uso de redes sociais no Jornalismo.

Os órgãos de comunicação social fundiram-se em poderosos grupos económicos com um pensamento monetário e não tanto informativo. Dentro deste contexto importa difundir e espalhar informação ao maior número de pessoas possível. Mas tendo em conta aquilo que é o Twitter vários jornalistas acabam por fazer publicações onde muitas das vezes o domínio profissional se funde com o domínio pessoal. Os jornalistas representam empresas e estas são aquilo que os jornalistas produzem, mantendo uma linha editorial muito específica. Não será assim necessária a criação de regulamentos para o uso do Twitter por parte dos editores e diretores?

Toda a questão se prende com conceitos fundamentais à atividade jornalística como os de ética e deontologia. Existe uma relação muito próxima entre a informação e a ética, facto esse que é normal dado que a informação não pode existir sem um informador que não tem a capacidade de desprender da sua própria consciência.

A velocidade informativa, a amplificação da informação, as novas formas de relacionamento com as fontes e a captação de leitores são algumas das características que caracterizam os media no atual modelo comunicacional em rede. Redes sociais como o Facebook, Orkut e Twitter contribuem para uma alteração entre emissores/recetores fazendo da colaboração outra característica do jornalismo atual.

Nos dias que correm aquele que é informado consegue fazer parte da notícia de forma relativamente fácil e rápida devido à democratização das novas tecnologias. Com o slogan ”What’s Happening?”, o Twitter permite essa interatividade adquirindo assim uma função diferente das outras redes sociais já que é utilizada não só por nativos digitais mas também pelos meios de comunicação como uma ferramenta amplificadora de informação.

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João Serralha, 20130069

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Vários foram os estudos recentes que mostram que a tendência dos jovens para usar o Facebook está a diminuir. Como utilizador assíduo desta rede social penso que seja importante refletir sobre uma plataforma comum online onde partilhamos e tomamos contacto de forma virtual com outras pessoas.

O Facebook surge aos cibernautas em 2004 como uma rede social inovadora onde se pode partilhar, comentar, postar, gostar, fazer amizades e até comprar produtos ou serviços através de páginas de empresas ou companhias. Durante muito tempo o Facebook foi a febre de várias pessoas que passavam horas “agarradas” ao ecrã do computador e às suas couves e animais no Farmville.

Alguns anos mais tarde surge o Twitter, uma plataforma de mensagens, com uma lógica muito semelhante à do tradicional SMS, que permite o envio de texto até 140 caracteres.

Novas redes sociais levam o Facebook a ficar em segundo plano já que na opinião dos utilizadores mais novos da rede “fazer parte do Facebook é uma condição vista como social e obrigatória”. Os relatórios mostram até que vários jovens mentem para poder ter conta na rede já que a idade mínima é 13 anos.

Na minha perspetiva isto leva os adolescentes a fugirem à “rotina” e a ligarem-se a novas redes mais interativas e entusiasmantes como o Instagram ou o Snapachat que permite o envio de fotografias com alguns caracteres de texto que depois de recebidas se auto destroem passados alguns segundos.

O desconforto com a exposição e visibilidade no espaço online, onde podemos aceder aos perfis dos outros, pesquisar por quem quisermos, pode ser outro fator que influencia os jovens a utilizarem novas ferramentas para contactar online. O Facebook é também utilizado por milhares de pessoas de todas as faixas etárias, o que pode causar um sentimento de “calor humano” que não agrada aos jovens. Talvez eles queiram mais contactar com pessoas com costumes, ideias e gostos parecidos aos seus.

No fundo novas redes sociais são criadas à medida das mudanças e dos “requisitos” das gerações. Se antigamente o Hi5 causava furor hoje em dia tudo se resume aos 140 caracteres ou a um Snap!

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Aqui fica o link para um vídeo sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=X_jCGN6q8hM

Pode ler um artigo sobre este assunto aqui: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/os-adolescentes-estao-a-perder-o-interesse-pelo-facebook-1609413

 João Serralha, 20130069

Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069

O que vai ditar o rumo do marketing online em 2014? Que ações você deverá fazer para fortalecer a estratégia de marketing da sua empresa? Em 2013, o Facebook conquistou o status de plataforma indispensável no planeamento das marcas sendo o principal destinatário dos investimentos e estratégias de publicidade digital de anunciantes de vários segmentos e portes. Mesmo assim, outras plataformas de publicidade digital ganharam destaque até mesmo pela relação de uso com o Facebook. O Instagram e o YouTube vem sendo cada vez mais utilizados devido à enorme tendência de produção e compartilhamento de imagens e vídeos na internet. 2014 chegou e os especialistas continuam revelando quais serão os costumes, conceitos e tendências no novo ano. No marketing digital não é diferente. A verdade é que a internet funciona como veículo de publicidade  e as acções online disponíveis fazem com que as empresas cada vez prestem mais atenção ao impacto que a Internet tem sob os cidadãos. 

O instagram é uma aplicação gratuita que permite aos utilizadores tirar fotos e editá-las consoante uma extensa variedade de filtros existentes e compartilhá-las com os seus seguidores. É compatível com Android e iOS. Esta aplicação surgiu a 6 Outubro de 2010 e tem vindo a ganhar cada vez mais usuários.

O ano de 2013 foi decisivo para o crescimento do instagram, por registar um crescimento de cerca de 25% na base dos utilizadores. Em contrapartida, os dados da GlobalWebIndex Social Report também parece indicar que a perda de adolescentes no Facebook tem sido cada vez maior.

Os utilizadores estão a aceder a mais sites e a mais redes sociais do que antes, e deixaram de ser assíduos de uma única plataforma em exclusivo, para passarem a aceder a várias em simultâneo.

 

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Fonte: http://www.ionline.pt

Com a evolução tecnológica, nomeadamente da Internet, os hábitos de consumo da sociedade contemporânea sofreram alterações. Os consumidores tornaram-se participantes activos nas plataformas Read the rest of this entry »

O contacto com perfis falsos nas redes sociais, criados com objetivos quase sempre sexuais, é dos maiores riscos que os jovens correm na internet, alerta Tito Morais, que há 10 anos trabalha na segurança “online” de jovens e é o responsável pelo projeto MiudosSegurosNa.Net há mais de uma década, participando em dezenas de ações de formação e palestras sobre o tema, junto de jovens e de pais.

Cada vez mais são criados estes perfis falsos. Embora uma grande parte deles sejam criados com objetivos sexuais por adultos de modo a atrair jovens, penso que existem também vários perfis falsos criados com outros objetivos, sobretudo por jovens, que cada vez mais os criam para humilhar outros colegas ou até mesmo “vasculhar” a vida de um inimigo sem ser descoberto.

Todos nós podemos estar sujeitos a este tipo de perigo, por isso, é cada vez mais importante pensar duas vezes antes de falar com um desconhecido na internet, assim como, devemos ter também cuidado ao expor a nossa vida pessoal nas redes sociais. Sendo eu jovem, sei que muitas vezes, caímos na tentação de falar com desconhecidos que nos abordam nas redes sociais, ignorando completamente o facto de que a pessoa que  estamos a ver naquela fotografia de perfil pode não ser a pessoa com quem estamos a falar.

Fonte: JornalI

A aplicação de mensagens instantâneas Snapchat já prometeu que ia melhorar a segurança depois de 4,6 milhões de contas terem sido hackeadas. 

O mais recente ataque aconteceu na véspera do Ano Novo, confirma a empresa californiana responsável pela aplicação, que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos (especialmente entre os utilizadores mais jovens) por permitir que as publicações de imagem e vídeo sejam apagadas dez segundos após a sua visualização.

“A comunidade Snapchat é um espaço onde as pessoas se sentem confortáveis e estamos decididos a prevenir abusos”, garante a empresa, explicando que o “hacking” aconteceu devido a um problema de segurança com a opção “encontrar amigos”. Num comunicado publicado pelo TechCrunch, o grupo responsável pela façanha explicou que apenas divulgou os números de telefone e usernames destes utilizadores para “aumentar a consciência pública” acerca do assunto e “pressionar publicamente o Snapchat para tratar este problema”. Os hackers explicam que, através da opção “encontrar amigos”, é virtualmente possível encontrar qualquer pessoa que esteja registada e tenha adicionado o seu número de telemóvel à aplicação, bastando, para isso, ir adicionando números até a encontrar.

Snapchat já divulgou, igualmente, um email (security@snapchat.com) para onde os especialistas em segurança podem enviar as suas ideias para melhorar o serviço desta startup. A empresa pretende, assim, responder mais rapidamente a problemas similares.  

Fonte: Jornal de Notícias

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A rede social foi processada por alegadamente violar leis de privacidade. Esta é acusada de monitorizar e fornecer dados recolhidos nas mensagens privadas dos utilizadores, nomeadamente os endereços de internet partilhados, a terceiros para fins de marketing e publicidade.

Isto levamos a refletir sobre a questão “poderemos realmente utilizar as redes sociais de forma segura?”. A popularidade das redes sociais tem crescido nos últimos anos, estas dão-nos a possibilidade de contactar com familiares e amigos, independentemente da distância a que se encontram, contactar com novas pessoas, tanto a nível pessoal como profissional, entre outros. Ao mesmo tempo, surge uma série de questões sobre a privacidade do utilizador. Todos nós temos o direito à reserva da nossa vida e informações privadas. Basicamente, no nosso universo íntimo e pessoal somos nós quem decidimos quem deixamos entrar e ter acesso. Muitas das vezes o utilizador não protege a sua privacidade como deveria, podendo até ficar exposto a situações de risco. Neste tipo de redes sociais é importante não divulgar informações demasiado pessoais, como morada ou contactos pessoais, ter atenção a quem tem a possibilidade a aceder ao nosso perfil e comunicar connosco. Hoje em dia, o roubo de identidade e a invasão de contas é bastante frequente nas redes sociais. Nesta ultima, quem acede à nossa conta pode aceder às nossas mensagens privadas, tendo assim acesso a certas informações e divulgá-las. O facto de ter sido divulgado que a própria rede social monitoriza dados partilhados em mensagens privadas alerta ainda para um maior cuidado por parte dos utilizadores.

“Como os utilizadores pensam que estão a comunicar através de um serviço sem vigilância eles estão mais propensos a revelar dados sobre si próprios que não revelariam se soubessem que o conteúdo da mensagem estava a ser monitorizado”, refere a acusação. A acusação foi apresentada no princípio da semana, pelos utilizadores Matthew Campbell e Michael Hurley. Os responsáveis da rede social declaram que as acusações de que são alvo “não têm mérito” e que irão “defender-se vigorosamente”. Os queixosos pretendem que a rede social seja condenada a pagar uma indemnização de cerca de 73 euros por cada dia das alegadas violações ou de cerca de 7,3 mil euros, por cada utilizador.

As constantes alterações do Facebook, relativamente à maior exposição de dados pessoais partilhados na rede, tem sido alvo de grandes criticas e  já foi alvo de diversos outros processos relativos a questões de privacidade. Para além do Facebook, também o Google, Yahoo e LinkedIn já foram acusados de partilharem dados dos seus utilizadores para fins comerciais.

Fonte: sapo.pt

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A Anomo é uma rede social, disponível para Android e iOS, que transforma os seus utilizadores em avatares, privilegiando o anonimato, o que a torna completamente diferente do Facebook ou do Twitter.

O objectivo desta rede social é mudar a forma de socializar online, pois a primeira impressão que teremos de alguém será baseada em mais do que uma mera fotografia. Isto porque a Anomo tem um sistema que coloca os novos membros em grupos de cinco para que estes respondam a um pequeno questionário que os faça perder a timidez inicial. Deste modo não haverá preconceito em falar com qualquer tipo de pessoa. Depois deste processo inicial, quem quiser poderá disponibilizar as suas fotos pessoais bem como a sua localização para que seja possível a marcação de encontros com “Anomos” presentes na mesma área geográfica.

Segundo os seus criadores, a Anomo é ainda uma comunidade em crescendo (tem apenas 4.500 utilizadores activos), onde 95% dos seus utilizadores são jovens entre os 15 e os 16 anos de idade.

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Video descritivo da Anomo disponível aqui.

Fonte: tek.sapo.pt através do Google News.