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Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069

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A rede social foi processada por alegadamente violar leis de privacidade. Esta é acusada de monitorizar e fornecer dados recolhidos nas mensagens privadas dos utilizadores, nomeadamente os endereços de internet partilhados, a terceiros para fins de marketing e publicidade.

Isto levamos a refletir sobre a questão “poderemos realmente utilizar as redes sociais de forma segura?”. A popularidade das redes sociais tem crescido nos últimos anos, estas dão-nos a possibilidade de contactar com familiares e amigos, independentemente da distância a que se encontram, contactar com novas pessoas, tanto a nível pessoal como profissional, entre outros. Ao mesmo tempo, surge uma série de questões sobre a privacidade do utilizador. Todos nós temos o direito à reserva da nossa vida e informações privadas. Basicamente, no nosso universo íntimo e pessoal somos nós quem decidimos quem deixamos entrar e ter acesso. Muitas das vezes o utilizador não protege a sua privacidade como deveria, podendo até ficar exposto a situações de risco. Neste tipo de redes sociais é importante não divulgar informações demasiado pessoais, como morada ou contactos pessoais, ter atenção a quem tem a possibilidade a aceder ao nosso perfil e comunicar connosco. Hoje em dia, o roubo de identidade e a invasão de contas é bastante frequente nas redes sociais. Nesta ultima, quem acede à nossa conta pode aceder às nossas mensagens privadas, tendo assim acesso a certas informações e divulgá-las. O facto de ter sido divulgado que a própria rede social monitoriza dados partilhados em mensagens privadas alerta ainda para um maior cuidado por parte dos utilizadores.

“Como os utilizadores pensam que estão a comunicar através de um serviço sem vigilância eles estão mais propensos a revelar dados sobre si próprios que não revelariam se soubessem que o conteúdo da mensagem estava a ser monitorizado”, refere a acusação. A acusação foi apresentada no princípio da semana, pelos utilizadores Matthew Campbell e Michael Hurley. Os responsáveis da rede social declaram que as acusações de que são alvo “não têm mérito” e que irão “defender-se vigorosamente”. Os queixosos pretendem que a rede social seja condenada a pagar uma indemnização de cerca de 73 euros por cada dia das alegadas violações ou de cerca de 7,3 mil euros, por cada utilizador.

As constantes alterações do Facebook, relativamente à maior exposição de dados pessoais partilhados na rede, tem sido alvo de grandes criticas e  já foi alvo de diversos outros processos relativos a questões de privacidade. Para além do Facebook, também o Google, Yahoo e LinkedIn já foram acusados de partilharem dados dos seus utilizadores para fins comerciais.

Fonte: sapo.pt

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Apesar de recente a aplicação fotográfica é utilizada por milhares utilizadores por todo o mundo. 

O Snpachat é uma plataforma de partilha de imagens que faz da privacidade a sua bandeira. Mas não será esta também uma das suas maiores fragilidades?

 A aplicação permite o envio de fotografias acompanhadas de breves mensagens. Até aqui igual a tantas outras. A inovação está no facto do Snapchat autodestruir as imagens alguns segundos após serem recebidas e de estas não ficarem armazenadas nos servidores da empresa. E assim responde a um dos atuais problemas da vida atual: a privacidade. 

Mas o problema é que esta é ilusória já que existem maneiras de contornar o sistema de autodestruição, uma delas o conhecido printscreen. 

Apesar dos aspetos negativos o Snpachat continua a ser a aplicação gratuita mais descarregada do mundo tornando Spiegel num multimilionário que rejeitou inclusive uma proposta de compra estrondosa do criador do Facebook, Mark Zuckerbeg

Aqui ficam alguns exemplos de Snaps cómicos

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