O uso de novas tecnologias na educação é cada vez maior e começa cada vez mais cedo. Em muitas escolas básicas já podemos ver miúdos de 6-7 anos teclarem num iPad, lerem os seus manuais escolares ou até mesmo interagir com o professor através dos tablets. A nova geração parece até que nasceu programa para usar a tecnologia touch. O ensino teve inclusive que se adaptar a estas mudanças. Serão estas ferramentas demasiadamente valorizadas no processo educativo? Torna-se assim necessário refletir sobre este assunto que tem impacto no crescimento das novas gerações.

Na minha opinião o grande passo que se deu em Portugal, dentro das tecnologias na educação, foi a divulgação do projeto Magalhães. A venda destes mini computadores a preços reduzidos não só levou os educadores e pais a uma aprendizagem de um ensino e educação diferentes mas também levantou alguma polémica porque grande parte dos miúdos não sabia dar o uso devido às novas ferramentas.

Há que enquadrar estes novos dispositivos e tecnologias no ensino. Quando bem aplicados e utilizados os tablets e softwares pedagógicos na educação podem atingir resultados bastante satisfatórios, ainda que os livros, a tradicional ardósia, o lápis e o papel não devam ser retirados. No fundo as novas tecnologias são um complemento à educação ou ao desenvolvimento cognitivo das crianças. Podemos pensar em casos concretos como o de jovens com deficiências que através da tecnologia e de estímulos “digitais” conseguem progredir ainda que a pequenos passos.

Assim os docentes e educadores devem ter um papel orientador e ao mesmo tempo de investigador já que podem ir acompanhando o feedback que os alunos dão ao uso de novas tecnologias.

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Pode ler um artigo sobre o tema aqui: http://noticias.terra.com.br/educacao/ipad-vai-revolucionar-o-ensino-diz-criador-de-escolas-steve-jobs,5d539195293ef310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Fonte: Scoop.it

João Serralha, 20130069