Archives for posts with tag: Joao Serralha

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Já nos smartphones a fabricante sul coreana tinha mostrado que gostava de ecrãs grandes. Agora, chegou a vez dos tablets.

A Samsung apresentou na CES (Consumer Eletronic Show), aquele que é o maior evento de electrónica do mundo, que decorre em Las Vegas, novos modelos, que têm ecrãs maiores do que a concorrência e com uma nova característica, a curvatura. Este novos ecrãs foram criados a pensar nos utilizadores com necessidades profissionais.

O Galaxy NotePRO, com um ecrã de 12,2 polegadas, possui uma caneta inteligente, à semelhança dos modelos anteriores desta linhas, que pode ser usada no ecrã e em aplicações destinadas a serem usadas num contexto profissional. O seu “familiar”, o Galaxy TabPRO surge com três tamanhos de ecrã, o maior tem 12,2 polegadas. Todos eles usam a mais recente versão do sistema operativo Android.

Apesar de nos smartphones liderar o mercado de vendas, a empresa de Steve Jobs, Apple, ainda continua à frente no que toca à venda de tablets.

No CES, a Samsung mostrou ainda que também nas televisões de grandes dimensões tem a intenção de recorrer a ecrãs curvos. Alguns dos modelos, com mais de dois metros, são capazes de se dobrar, ficando côncavos, de maneira a criar um efeito de profundidade na imagem. Através de um novo comando, o espectador pode decidir se prefere a televisão normal com ecrã plano ou se prefere a outra em modo flectido.

Fonte: Público através do Feedly.com

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Apesar de recente a aplicação fotográfica é utilizada por milhares utilizadores por todo o mundo. 

O Snpachat é uma plataforma de partilha de imagens que faz da privacidade a sua bandeira. Mas não será esta também uma das suas maiores fragilidades?

 A aplicação permite o envio de fotografias acompanhadas de breves mensagens. Até aqui igual a tantas outras. A inovação está no facto do Snapchat autodestruir as imagens alguns segundos após serem recebidas e de estas não ficarem armazenadas nos servidores da empresa. E assim responde a um dos atuais problemas da vida atual: a privacidade. 

Mas o problema é que esta é ilusória já que existem maneiras de contornar o sistema de autodestruição, uma delas o conhecido printscreen. 

Apesar dos aspetos negativos o Snpachat continua a ser a aplicação gratuita mais descarregada do mundo tornando Spiegel num multimilionário que rejeitou inclusive uma proposta de compra estrondosa do criador do Facebook, Mark Zuckerbeg

Aqui ficam alguns exemplos de Snaps cómicos

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O jornalismo móvel e digital assume cada vez mais importância para o utilizador dos novos dispositivos móveis. Podemos pensar que grande parte dos cidadãos toma conhecimento das noticias da atualidade através do seu smartphone/tablets, através de feeds RSS e deixando para segundo plano os jornais em papel e as publicações impressas.

Este crescimento é acompanhado por aqueles dispositivos muito recentes, recorde-se que o iPhone surgiu em 2007 e o iPad apenas em 2010.

Até mesmo os números referentes aos “downloads” de apps mostram a dimensão do fenómeno.

Em 2013 a aplicação do «Público» foi descarregada por 421 mil utilizadores, a aplicação gratuita do «Expresso» foi descarregada por 157 mil utilizadores, a da «TSF» por 126 mil, a do «Jornal de Notícias» por 124 mil, a do «Correio da Manhã» por 52 mil, e a da «Rádio Renascença» por 13 mil.

Face ao jornalismo tradicional o móvel permite oferecer conteúdos mais personalizados usando as tecnologias dos dispositivos de receção. A capacidade multimédia, a ligação à Internet, o recetor de GPS ou o acelerómetro, por exemplo, permitem construir informação diferente de tudo o que os utilizadores estão habituados.

Fonte: Twitter

Só em 2013 a Apple registou 60 biliões de aplicações descarregadas da sua loja online

Só em 2013 a Apple registou 60 biliões de aplicações descarregadas da sua loja online

A criação de aplicações é um dos novos grandes negócios tecnológicos. Para criar uma App não é preciso grandes conhecimentos e há até quem já receba um segundo ordenado com este par-time.

Está praticamente ao alcance de qualquer pessoa programar o seu smartphone e depois partilhar essa “aplicação” com o mundo inteiro. Existem até concursos como o Appy Day,  que levam milhares de equipas internacionais rumo a Lisboa, à Lx Factory, promovendo o talento e creatividade. O desafio é a criação de uma aplicação mobile, para telemóvel ou tablet, em menos de 24 horas.

Na edição deste ano a aplicação vencedora foi a “Pharmassist” que pretende melhorar o dia-a-dia de pessoas com mais de 65 anos, ou com alguma deficiência visual. É uma app de realidade aumentada, que reconhece etiquetas emissoras colocadas em caixas de medicamentos, e traduz as mesmas para linguagem oral e descomplicada – “Este é o medicamento para o Colesterol. Tome agora, 2 comprimidos.”
Com a oferta tecnológica de smartphones e tablets a crescer as apps desempenham cada vez mais um papel fundamental na vidas dos utilizadores. As Apps permitem-nos tirar fotografias e partilhá-las à distancia de um toque com vários grupos, agendar eventos e receber notificações ou alertas desses eventos, tomar notas, ter a nossa biblioteca musical organizada ou até ler um livro.

Algumas das lojas de aplicações mais conhecidas e usadas são a App StorePlay StoreBlackbery World, a Samsung Apps e a Windows App Store

Fonte: Scoop.it

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A criptomoeda usada em transacções virtuais atinge pela primeira vez os 1000 dólares, cerca de 737 euros.

A moeda online foi inventada por um pirata informático anónimo, conhecido por Satoshi Nakamato, em 2009, e não necessita de nenhuma instituição financeira como intermediária, como, por exemplo, um cartão de crédito necessita.

A Bitcoin permite a transferência anónima de valores e pode ser guardada em computadores num formato diferente de “carteira-arquivo”. As “moedas virtuais” podem ser enviadas pela Internet para qualquer pessoa que tenha um endereço de Bitcoin.

Algumas das vantagens da moeda são a liberdade de pagamento, taxas adicionais muito reduzidas, segurança e controlo, transparência e neutralidade.

Link para o site oficial da moeda com um vídeo explicativo sobre a mesma: http://bitcoin.org/en/

Fonte: Scoop.it

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Na conferência, que ocorreu na Escola Superior de Comunicação Social, estiveram presentes diversos jornalistas e diretores de media portugueses e também jornalistas e especialistas de vários países, nomeadamente dos EUA, como Mark Kramer, Amy O’Leary, do The New York Times, onde existem mais experiências de jornalismo narrativo e literário na internet,  e ainda quatro jornalistas do Público.

 Segundo o jornalista do Público, Paulo Moura, “Há quem pense que o jornalismo está superficial e vai desaparecer por causa da Internet, nós queremos justamente mostrar o contrário que o jornalismo pode ser ainda mais profundo e mais sério com as ferramentas que a tecnologia trouxe”. 

Na perspetiva de Mark Kramer , fundador do programa para o jornalismo narrativo da Fundação Nieman, o jornalismo literário tem um papel importante a desempenhar na realidade digital, quer agora quer no futuro. Kramer já publicou no The New York Times, na National Geographic ou na Atlantic Monthly, mas sublinha que é dos títulos mais pequenos e independentes que tem vindo muita da inovação.

Amy O’Leary, do The New York Times, afirma que “Quando havia escassez de boa informação no mundo (e um vasto público sedento dela), o jornalismo parecia ser uma indústria muito segura, com um futuro risonho”.

Estiveram ainda na conferência o diretor-adjunto do jornal espanhol El País, Borja Echeverraía, o editor-executivo do The Actvist, Charles Homan, entre outros.

Link para o site da conferencia: http://www.escs.ipl.pt/oregressodojornalismo/