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O tema não é novo, no entanto mantém-se o debate quanto à questão da identidade dos bloguers. Podemos considerar um bloguer um jornalista?

Recentemente um tribunal federal americano considerou que, mesmo que alguém não possa escrever para a “imprensa institucional”, têm direito a todas as protecções que a constituição concede aos jornalistas creditados. Por outras palavras, os bloguers foram considerados jornalistas.

Quando o blog se tornou um dos métodos mais populares de distribuição de conteúdo e informação, esta opinião foi provavelmente a visão mais correta. Nos primeiros dias dos blogs, estes incorporavam uma boa dose de opinião. A verdade é que os blogs ajudaram a ampliar o “mercado” de idéias, permitindo que vozes de mais pessoas pudessem entrar no debate dos mais variados tópicos de discussão.

No entanto, os blogs podem ser um passo para tornar-se um jornalista. Apesar de muitas vezes não terem fontes, os bloguers também formam opinião pública. Além disso, podem ainda ganhar as ferramentas para operar num ambiente de redação.

A questão prende-se não só pela qualidade da informação que transmitem mas também a sua fonte. Este tipo de caracterização torna-se inevitável e necessariamente cria fronteiras entre os dois tipos de comunicação. Uma vez que a qualidade da informação é a prioridade número um no jornalismo. Ter as melhores e inúmeras fontes, é algo inerente e inevitável.

E tu, que achas? Serão os bloguers também jornalistas?

Vários foram os estudos recentes que mostram que a tendência dos jovens para usar o Facebook está a diminuir. Como utilizador assíduo desta rede social penso que seja importante refletir sobre uma plataforma comum online onde partilhamos e tomamos contacto de forma virtual com outras pessoas.

O Facebook surge aos cibernautas em 2004 como uma rede social inovadora onde se pode partilhar, comentar, postar, gostar, fazer amizades e até comprar produtos ou serviços através de páginas de empresas ou companhias. Durante muito tempo o Facebook foi a febre de várias pessoas que passavam horas “agarradas” ao ecrã do computador e às suas couves e animais no Farmville.

Alguns anos mais tarde surge o Twitter, uma plataforma de mensagens, com uma lógica muito semelhante à do tradicional SMS, que permite o envio de texto até 140 caracteres.

Novas redes sociais levam o Facebook a ficar em segundo plano já que na opinião dos utilizadores mais novos da rede “fazer parte do Facebook é uma condição vista como social e obrigatória”. Os relatórios mostram até que vários jovens mentem para poder ter conta na rede já que a idade mínima é 13 anos.

Na minha perspetiva isto leva os adolescentes a fugirem à “rotina” e a ligarem-se a novas redes mais interativas e entusiasmantes como o Instagram ou o Snapachat que permite o envio de fotografias com alguns caracteres de texto que depois de recebidas se auto destroem passados alguns segundos.

O desconforto com a exposição e visibilidade no espaço online, onde podemos aceder aos perfis dos outros, pesquisar por quem quisermos, pode ser outro fator que influencia os jovens a utilizarem novas ferramentas para contactar online. O Facebook é também utilizado por milhares de pessoas de todas as faixas etárias, o que pode causar um sentimento de “calor humano” que não agrada aos jovens. Talvez eles queiram mais contactar com pessoas com costumes, ideias e gostos parecidos aos seus.

No fundo novas redes sociais são criadas à medida das mudanças e dos “requisitos” das gerações. Se antigamente o Hi5 causava furor hoje em dia tudo se resume aos 140 caracteres ou a um Snap!

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Aqui fica o link para um vídeo sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=X_jCGN6q8hM

Pode ler um artigo sobre este assunto aqui: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/os-adolescentes-estao-a-perder-o-interesse-pelo-facebook-1609413

 João Serralha, 20130069

Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069

A Câmara de Ourém vai lançar um concurso que visa a implementação do sistema integrado de mobilidade da cidade de Fátima. Custará cerca 883 mil euros e terá como objetivo reorganizar o estacionamento, o tráfego e a mobilidade na cidade através de equipamentos que gerem o trânsito automóvel.

Este será o segundo concurso visto que, o primeiro contrato não obteve o visto do Tribunal de Contas, o recurso ao mesmo foi novamente recusado.

A maioria do equipamento é informático e ficará localizado no posto territorial da GNR em Fátima.

O sistema, além da implementação de sinalética digital e de dispositivos que permitem fazer a contabilidade das entradas e saídas de veículos dos parques de estacionamento, contempla a criação de vários postos informativos na cidade aos quais podem recorrer peregrinos e turistas, caso estejam perdidos ou necessitem de saber a localização de algum estabelecimento ou mesmo em situação de urgência.

O investimento prevê, igualmente, a criação de um sítio na Internet onde vai constar diversa informação, a centralização dos parcómetros, o reforço da videovigilância e a implementação do centro de controlo integrado e do sistema de comunicação global, cuja monitorização e operação é garantida pela GNR.

O projeto terá como área de intervenção o centro da cidade e as principais vias de acesso à mesma (Fátima tem em média 5 milhões de visitantes por ano). Este sistema pode ser estreado na próxima peregrinação ao Santuário de Fátima a decorrer entre 12 e 13 de maio.

Segundo o responsável pelas relações públicas da GNR de Santarém “o sistema de mobilidade é uma mais-valia para os peregrinos e turistas que se dirigem a Fátima”.

O responsável realçou ainda que “em caso de acidente ou outra ocorrência, a resposta das autoridades passa também a ser mais rápida”.

Fonte: http://portocanal.sapo.pt

O instagram é uma aplicação gratuita que permite aos utilizadores tirar fotos e editá-las consoante uma extensa variedade de filtros existentes e compartilhá-las com os seus seguidores. É compatível com Android e iOS. Esta aplicação surgiu a 6 Outubro de 2010 e tem vindo a ganhar cada vez mais usuários.

O ano de 2013 foi decisivo para o crescimento do instagram, por registar um crescimento de cerca de 25% na base dos utilizadores. Em contrapartida, os dados da GlobalWebIndex Social Report também parece indicar que a perda de adolescentes no Facebook tem sido cada vez maior.

Os utilizadores estão a aceder a mais sites e a mais redes sociais do que antes, e deixaram de ser assíduos de uma única plataforma em exclusivo, para passarem a aceder a várias em simultâneo.

 

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Fonte: http://www.ionline.pt

Google Glass Sex é a nova aplicação do google, é apresentada como a nova aplicação para “apimentar” relações.
Tem o nome de Sex with glass e ainda não está disponível no mercado, a sua preparação ocorre em Londres e promete revolucionar a vida de muitos casais.
Sherif maktabi, responsável pela aplicação (app) revelou ao jornal The Guardian que “a intenção não é gerar polémica, mas sim contribuir para novas experiências, melhorando a vida dos casais,
Esta app permite observar tudo aquilo que o outro membro da relação está a fazer ou a ver, permitindo visualizar de vários ângulos a relação podendo gravar tudo aquilo que o utilizador desejar. Não existe entraves no campo da privacidade, pois o Google Glass elimina automaticamente qualquer gravação ao fim de cinco horas.
Para além disto, os óculos poderão dar sugestões durante a relação, como os gostos do parceiro ou o que deve ser melhorado para que a relação perdure.

 

Fonte: http://www.tecnologia.com.pt/2014/01/google-glass-sex-pode-apimentar-sua-relacao/Imagem

 

Um dos maiores impactos tecnológicos que a família sofreu até hoje foi com a criação da Internet, para muitos isto é considerado um verdadeiro problema, para outros é considerado uma solução.

Apesar das diversas opiniões sobre este impacto, a maioria delas é negativa, pois, são várias as pessoas que acreditam que o uso da internet afasta os filhos dos pais, dizendo que estes passam mais tempo “agarrados” ao computador, estando menos tempo a conviver em família.

Enquanto para outros, o uso da Internet e das redes sociais são a única maneira de manterem o contacto com os filhos por estes estarem longe, um dos principais motivos é a ida para a faculdade. Neste caso a Internet torna-se a solução das famílias se manterem unidas e em contacto, uma vez, que é através dela que muitos dos pais conseguem ver os seus filhos.

 

Fonte: luzdeluma.blogspot.pt

A justiça espanhola decretou que uma operadora de telecomunicações (a ‘R’, que opera na região da Galiza) corte o acesso de um utilizador ao serviço de internet pela prática de pirataria musical. Trata-se da primeira condenação deste género em Espanha, no âmbito da protecção dos direitos de autor.

Segundo o diário Expansión, a condenação surge depois de uma denúncia da indústria discográfica. o juiz do Tribunal Provincial de Barcelona baseou-se no artigo 138 da Lei da Propriedade Intelectual para ordenar o corte do acesso daquele utilizador.
A lei em questão considera infracção o facto de os utilizadores fazerem o download e partilha massiva de ficheiros de música protegidos, sem permissão, mesmo que não tenham objectivo de lucro.
A legislação em Espanha tem vindo a ser revista para aumentar a protecção dos autores. 

Fonte: Jornal Sol

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Um grupo de investigadores, baseando-se no conceito de ‘meme’ criado em 1976 pelo biólogo britânico Richard Dawkins, resolveu estudar como se propagam e que mutações sofrem as mensagens no Facebook.

Estes investigadores, com o estudo ‘Evolução da Informação nas Redes Sociais’, pretenderam demonstrar que à medida que uma mensagem original é partilhada no Facebook esta vai sofrendo mutações. Ao avaliar diversos factores, permitiu descobrir que a preferência dos utilizadores são os textos curtos e concluiu-se que as mutações são realizadas essencialmente no início ou no fim do texto.

Para além destes dados, descobriu-se ainda que estas modificações são de extrema importância, pois determinam que a mensagem se espalhe por um determinado núcleo de utilizadores com determinado perfil, observando-se assim uma ‘selecção’ de ‘público alvo’.

Conclui-se portanto que os memes, sendo um tipo de mensagem básico, têm dois ingredientes fundamentais, a replicação e a mutação

Fonte: Jornal Público

Foi decretado pela justiça espanhola que uma operadora de telecomunicações (a ‘R’, que opera na região da Galiza) o corte  do acesso de um utilizador ao serviço de internet devido ao facto deste praticar a pirataria musical. Esta é a primeira condenação deste género em Espanha, que garante a protecção dos direitos de autor.

Afirma o diário Expansión, que a condenação surge depois de uma denúncia da indústria discográfica. Já no julgamento, o juiz do Tribunal Provincial de Barcelona teve como base um artigo 138 da Lei da Propriedade Intelectual para ordenar o corte do acesso daquele utilizador, mais conhecido por nito75, à internet.

A lei que está em questão realça que é infracção o facto de os utilizadores aproveitarem para fazerem o download e partilha massiva de ficheiros de música protegidos,ainda que sem permissão, mesmo que não tenham quaisquer objectivos de lucro com os mesmos.

A legislação em Espanha está ser revista com âmbito de aumentar a protecção dos autores. O projecto de lei já se encontra aprovado,  agora resta apenas esperar pelo relatório do Conselho de Estado, que deverá acontecer durante as próximas semanas.

Não me parece que toda esta lei seja realmente viável e aplicável, tendo em conta o inúmero de dowloads feitos por parte da população a nível mundial, sendo quase impossível conseguir controlar todo este tráfego, quanto mais impor esta medida a todos os que cometem este suposto “crime”. Há que entender, que os utilizadores irão sempre ter a necessidade de partilha entre eles, e é um direito de cada um poder partilhar musicas, posto isto de um ponto de vista justo para todos.  A partilha de ficheiros musicais é quase que uma constante no dia a dia, e não creio que este decreto vá conseguir impedir que tudo isto aconteça, existindo sempre meios que permitirão a aos utilizadores o desvio a todas estas regras, continuando sempre a haver tranferêmcias ilegais.

Fonte: Jornal Sol através do Google News