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Um artigo de dois investigadores da universidade americana de Princeton apontou o ano de 2017 como o fim da popular rede social com uma perda de cerca de 80% dos seus utilizadores.

As conclusões foram retiradas de pesquisas no motor de busca, Google e a modelos de proliferação de doenças. Segundo o artigo publicado no popular repositório online da Universidade de Cornell, “Usamos modelos epidemiológicos para explicar a adopção e o abandono por parte dos utilizadores de redes sociais online, nos quais a adopção é análoga à infecção e o abandono é análogo à recuperação”.

Para a investigação, recorreram aos dados públicos do Google sobre a pesquisa das palavras MySpace e Facebook. Observaram que o crescimento e declínio do MySpace foi acompanhado por um crescimento e declínio das pesquisas no Google por aquele site. Ao analisarem a evolução das pesquisas por Facebook, concluíram que estas indicam que a maioria dos utilizadores do Facebook abandonará a plataforma nos próximos anos.

O estudo surge numa altura em que são frequentes os relatos de abandono da plataforma, sobretudo pelos utilizadores adolescentes, algo que a empresa já admitiu, pelo menos parcialmente.

A rede social já emitiu a sua resposta e Numa publicação no próprio Facebook, três cientistas que trabalham para a empresa acusam os outros dois de confundirem a ligação que existe entre as pesquisas pelo termo “Facebook” e o número de utilizadores da rede. Usando uma metodologia semelhante, afirmam que seria possível concluir que a Universidade de Princeton deixaria de ter alunos em 2021, algo em que não acreditam.

 

Fonte: Jornal, O Público.

Pode ler-se o artigo completo em http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-vai-definhar-entao-a-universidade-que-o-diz-vai-desaparecer-1621022 

 

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ImageCom o intuito de consciencializar os futuros idosos, a Alzheimer Nederland lançou uma campanha no Facebook que permite perceber um pouco como funciona a doença de alzheimer que afecta cerca de 10% da população mundial com mais de 65 anos. A campanha no facebook ajuda-nos a compreender a doença da seguinte forma: foram inseridas fotografias de pessoas marcadas em eventos nos quais nunca tinham participado, mostrando o mundo sob a perspectiva de um paciente. É uma prova de que as redes sociais podem ser muito úteis para consciencializar os utilizadores sobre determinados assuntos, neste caso sobre uma doença tão complicada. As redes sociais podem e devem alertar e informar os utilizadores, em prol de uma sociedade mais justa, com respeito e espírito de união. O link abaixo mostra-nos o vídeo da campanha.

http://www.midiassociais.net/2014/01/do-facebook-para-a-mente-dos-alzheimers/2014/

Vários foram os estudos recentes que mostram que a tendência dos jovens para usar o Facebook está a diminuir. Como utilizador assíduo desta rede social penso que seja importante refletir sobre uma plataforma comum online onde partilhamos e tomamos contacto de forma virtual com outras pessoas.

O Facebook surge aos cibernautas em 2004 como uma rede social inovadora onde se pode partilhar, comentar, postar, gostar, fazer amizades e até comprar produtos ou serviços através de páginas de empresas ou companhias. Durante muito tempo o Facebook foi a febre de várias pessoas que passavam horas “agarradas” ao ecrã do computador e às suas couves e animais no Farmville.

Alguns anos mais tarde surge o Twitter, uma plataforma de mensagens, com uma lógica muito semelhante à do tradicional SMS, que permite o envio de texto até 140 caracteres.

Novas redes sociais levam o Facebook a ficar em segundo plano já que na opinião dos utilizadores mais novos da rede “fazer parte do Facebook é uma condição vista como social e obrigatória”. Os relatórios mostram até que vários jovens mentem para poder ter conta na rede já que a idade mínima é 13 anos.

Na minha perspetiva isto leva os adolescentes a fugirem à “rotina” e a ligarem-se a novas redes mais interativas e entusiasmantes como o Instagram ou o Snapachat que permite o envio de fotografias com alguns caracteres de texto que depois de recebidas se auto destroem passados alguns segundos.

O desconforto com a exposição e visibilidade no espaço online, onde podemos aceder aos perfis dos outros, pesquisar por quem quisermos, pode ser outro fator que influencia os jovens a utilizarem novas ferramentas para contactar online. O Facebook é também utilizado por milhares de pessoas de todas as faixas etárias, o que pode causar um sentimento de “calor humano” que não agrada aos jovens. Talvez eles queiram mais contactar com pessoas com costumes, ideias e gostos parecidos aos seus.

No fundo novas redes sociais são criadas à medida das mudanças e dos “requisitos” das gerações. Se antigamente o Hi5 causava furor hoje em dia tudo se resume aos 140 caracteres ou a um Snap!

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Aqui fica o link para um vídeo sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=X_jCGN6q8hM

Pode ler um artigo sobre este assunto aqui: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/os-adolescentes-estao-a-perder-o-interesse-pelo-facebook-1609413

 João Serralha, 20130069

Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069

A plataforma Facestore que permite transformar uma página de Facebook numa loja online venceu o prémio Bolsa de Empreendedorismo 2013, da Comissão Europeia.

Este prémio tem como objetivo premiar “empreendedores com ideais originais de negócio, ou de geração de benefícios sociais e de criação de emprego”

A Facestore é uma aplicação de ‘social commerce’, desenvolvida em Portugal, e que permite aos utilizadores que não tenham conhecimentos de programação, transformar a sua página na rede social Facebook numa loja on-line.

Esta plataforma “integra sistemas de pagamento on-line e disponibiliza um backoffice de gestão de vendas, clientes, pagamentos”.

De acordo com a nota divulgada na página da representação da Comissão no nosso país aquando da divulgação deste prémio (Maio de 2013), “os empreendedores que participaram nesta iniciativa de apoio à economia e ao emprego poderão candidatar o seu projeto a prémios de apoio ao empreendedorismo no valor total de € 15000”.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt

O Governo do Equador excluiu as redes sociais do controlo dos media, previsto no âmbito de uma nova legislação controversa sobre a comunicação, de acordo com a proposta de lei divulgada na terça-feira.

Adotada no ano passado por iniciativa do Presidente socialista, a legislação sobre a comunicação prevê a criação de um conselho de regulação dos ‘media’ que os poderá sancionar, um órgão considerado pela oposição como um desejo disfarçado de censura.

Depois de ter ameaçado incluir na legislação as redes sociais, como o Facebook e o Twitter, Correa, atual presidente do Equador, decidiu descartar esta possibilidade.

Fonte: http://dinheirodigital.sapo.pt

Agora com esta aplicação será mais fácil de descobrir onde estava há um ano, o que estava a fazer ou a postar nas redes sociais.

O Timehop é uma aplicação grátis para iPhone, ainda não disponibilizada para Android, que consegue criar uma “linha de tempo” a todo o minuto, sendo que grava todas as suas acções na mesma data que a de agora, só que nos anos anteriores.

Por exemplo no dia de hoje, o aplicativo revelaria todos os movimentos feitos pela pessoa no Instagram, Foursquare, Facebook, Flickr, Twitter, Dropbox Photos, entre outros, nos dias 20 de Janeiro de 2013, 2012 e 2011, sendo que quando a tal linha é criada diariamente, o Timehop envia uma notificação “push” ao usuário.

Quão benéfico é, podermos ver tudo o que fizemos sem termos que fazer “scrolling” até à data?  É que por vezes não dá para o fazer sequer e quando dá, demora horas, sendo que é uma aplicação que nos poupa tempo, tornando-se assim bastante útil no nosso dia-a-dia.

Fonte: Info através de Google News

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Um grupo de investigadores, baseando-se no conceito de ‘meme’ criado em 1976 pelo biólogo britânico Richard Dawkins, resolveu estudar como se propagam e que mutações sofrem as mensagens no Facebook.

Estes investigadores, com o estudo ‘Evolução da Informação nas Redes Sociais’, pretenderam demonstrar que à medida que uma mensagem original é partilhada no Facebook esta vai sofrendo mutações. Ao avaliar diversos factores, permitiu descobrir que a preferência dos utilizadores são os textos curtos e concluiu-se que as mutações são realizadas essencialmente no início ou no fim do texto.

Para além destes dados, descobriu-se ainda que estas modificações são de extrema importância, pois determinam que a mensagem se espalhe por um determinado núcleo de utilizadores com determinado perfil, observando-se assim uma ‘selecção’ de ‘público alvo’.

Conclui-se portanto que os memes, sendo um tipo de mensagem básico, têm dois ingredientes fundamentais, a replicação e a mutação

Fonte: Jornal Público

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A rede social foi processada por alegadamente violar leis de privacidade. Esta é acusada de monitorizar e fornecer dados recolhidos nas mensagens privadas dos utilizadores, nomeadamente os endereços de internet partilhados, a terceiros para fins de marketing e publicidade.

Isto levamos a refletir sobre a questão “poderemos realmente utilizar as redes sociais de forma segura?”. A popularidade das redes sociais tem crescido nos últimos anos, estas dão-nos a possibilidade de contactar com familiares e amigos, independentemente da distância a que se encontram, contactar com novas pessoas, tanto a nível pessoal como profissional, entre outros. Ao mesmo tempo, surge uma série de questões sobre a privacidade do utilizador. Todos nós temos o direito à reserva da nossa vida e informações privadas. Basicamente, no nosso universo íntimo e pessoal somos nós quem decidimos quem deixamos entrar e ter acesso. Muitas das vezes o utilizador não protege a sua privacidade como deveria, podendo até ficar exposto a situações de risco. Neste tipo de redes sociais é importante não divulgar informações demasiado pessoais, como morada ou contactos pessoais, ter atenção a quem tem a possibilidade a aceder ao nosso perfil e comunicar connosco. Hoje em dia, o roubo de identidade e a invasão de contas é bastante frequente nas redes sociais. Nesta ultima, quem acede à nossa conta pode aceder às nossas mensagens privadas, tendo assim acesso a certas informações e divulgá-las. O facto de ter sido divulgado que a própria rede social monitoriza dados partilhados em mensagens privadas alerta ainda para um maior cuidado por parte dos utilizadores.

“Como os utilizadores pensam que estão a comunicar através de um serviço sem vigilância eles estão mais propensos a revelar dados sobre si próprios que não revelariam se soubessem que o conteúdo da mensagem estava a ser monitorizado”, refere a acusação. A acusação foi apresentada no princípio da semana, pelos utilizadores Matthew Campbell e Michael Hurley. Os responsáveis da rede social declaram que as acusações de que são alvo “não têm mérito” e que irão “defender-se vigorosamente”. Os queixosos pretendem que a rede social seja condenada a pagar uma indemnização de cerca de 73 euros por cada dia das alegadas violações ou de cerca de 7,3 mil euros, por cada utilizador.

As constantes alterações do Facebook, relativamente à maior exposição de dados pessoais partilhados na rede, tem sido alvo de grandes criticas e  já foi alvo de diversos outros processos relativos a questões de privacidade. Para além do Facebook, também o Google, Yahoo e LinkedIn já foram acusados de partilharem dados dos seus utilizadores para fins comerciais.

Fonte: sapo.pt

Internet em 2013

A Internet pode ser considerada como um ‘outro mundo’, que tem vindo a crescer de dia para dia e ao longo de todos os anos. O ano de 2013 não foi exceção, este ano os utilizadores da Internet chegaram quase a 40% da população mundial.
Assim, os grandes nomes da rede continuam a crescer a ter uma posição fixa a nível global.
Como já era de esperar o Google continua a ser o motor de busca mais usado por todos os países. E sem grandes admirações, o Facebook continua como sendo a rede social em primeiro lugar no top.
Relativamente apenas aos portugueses, nós também aumentamos no que se trata da utilização da internet.
Os sites nacionais de classificados de emprego foram os sites mais procurados pelos portugueses seguido dos sites de Bancos que receberam mais 3,8 milhões de visitantes, residentes em Portugal.

Fonte: Correio da manhã, através do link: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/ciencia/tecnologia/os-numeros-da-internet-em-2013