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A comunicação é uma parte vital de qualquer ser. A maneira de comunicar mudou gradualmente ao longo dos séculos, e de facto com a tecnologia, a comunicação continua a evoluir a cada dia.

No mundo virtual a comunicação começou a estabelecer-se através do e-mail. Esta forma de comunicação explodiu em termos de popularidade devido ao correio postal ser tão lento. Todos os utilizadores de computador começaram imediatamente a usar este novo sistema que instantaneamente entrega as suas mensagens. Apesar de ter sido o primeiro meio de comunicação que os utilizadores ajudaram a massificar, tem resistido ao tempo e podemos esperar que ainda seja predominante por muitos e muitos anos.

Depois do e-mail, entraram em cenas as salas de chat. As salas de chat chegaram de todas as formas, tamanhos e temas. Uma das primeiras formas de salas de chat foi o IRC – Internet Relay Chat. Criaram-se então salas de chat orientadas por tópicos como: música, jogos on-line, saúde, entretenimento, acontecimentos religiosos, adolescentes, desportos, e salas dedicadas a países e cidades específicas.

Num passado mais recente surgiu o conceito de IM (Instant Messaging), o sistema de comunicação mais utilizado actualmente. Desde o MSN Messenger ao actual serviço de troca de mensagens do Facebook o IM tornou-se a forma de comunicação digital de maior expressão. O IM juntou o melhor dos vários mundos de comunicação online: a rapidez e a troca de mensagens por duas ou mais pessoas executada pelo e-mail e a afiliação às redes sociais.

Hoje em dia o próprio conceito de IM mudou. Foram criadas aplicações que provêm da evolução deste conceito, como é caso o Snapchat (partilha de imagens), a rede de streams TwitchTV (transmissões audio-visuais ao vivo) ou o Viber (serviço de IM direccionado para os sistemas móveis). Sendo o mundo tecnológico sinónimo de transformação, mudança e evolução certamente que nos próximos anos serão descobertas novas formas para nos comunicar uns entre os outros.

O tema não é novo, no entanto mantém-se o debate quanto à questão da identidade dos bloguers. Podemos considerar um bloguer um jornalista?

Recentemente um tribunal federal americano considerou que, mesmo que alguém não possa escrever para a “imprensa institucional”, têm direito a todas as protecções que a constituição concede aos jornalistas creditados. Por outras palavras, os bloguers foram considerados jornalistas.

Quando o blog se tornou um dos métodos mais populares de distribuição de conteúdo e informação, esta opinião foi provavelmente a visão mais correta. Nos primeiros dias dos blogs, estes incorporavam uma boa dose de opinião. A verdade é que os blogs ajudaram a ampliar o “mercado” de idéias, permitindo que vozes de mais pessoas pudessem entrar no debate dos mais variados tópicos de discussão.

No entanto, os blogs podem ser um passo para tornar-se um jornalista. Apesar de muitas vezes não terem fontes, os bloguers também formam opinião pública. Além disso, podem ainda ganhar as ferramentas para operar num ambiente de redação.

A questão prende-se não só pela qualidade da informação que transmitem mas também a sua fonte. Este tipo de caracterização torna-se inevitável e necessariamente cria fronteiras entre os dois tipos de comunicação. Uma vez que a qualidade da informação é a prioridade número um no jornalismo. Ter as melhores e inúmeras fontes, é algo inerente e inevitável.

E tu, que achas? Serão os bloguers também jornalistas?

http://cinema.sapo.pt/atualidade/festival/doclisboa-filme-do-dia-i-love-kuduro

O Kuduro (literalmente “cu duro”) é um movimento cultural urbano nascido em Angola durante a última década da Guerra Civil.
Criado nas discotecas e raves da Baixa de Luanda através de uma fusão entre batidas House , Techno e ritmos tradicionais angolanos, o Kuduro transbordou do centro da cidade para a periferia. Rapidamente se espalhou por Angola, por África e agora por todo mundo.
O Kuduro mistura dança, música e lifestyle, as suas letras inspiram-se nas coisas simples do dia-a-dia, e a sua cultura está presente um pouco por todo o lado – seja numa esquina, numa escola, num táxi ou até num estádio de futebol.
“I LOVE KUDURO” acompanha as mais idolatradas estrelas deste fenómeno urbano que hoje arrasta multidões de jovens Africanos, nomeadamente Bruno de Castro, Eduardo Paim, Sebem, Nagrelha, Hochi Fu, os Namayer, Tchobari, Titica, Francis Boy e Cabo Snoop, oferecendo uma visão única sobre a nova geração de Talento Angolano.

O iPad Air saiu em Portugal a 1 de Novembro de 2013. E se é apenas mais um tablet no mercado porquê um iPad? Porque não um Surface ou um Galaxy Tab? Ora, na verdade o primeiro iPad foi “o tal” que, em 2010, marcou a  história dos tablets por mostrar ao mundo as inúmeras possibilidades de utilidade que tais dispositivos têm.

Sobra, no entanto, sobram algumas dúvidas. O que é que um tablet acrescenta de novo? Como serão os próximos computadores?

Aquela ideia do computador que as pessoas utilizavam para ler os seus e-mails, navegar na internet ou redigir textos passará por uma drástica mudança nos próximos anos: os aparelhos serão cada vez menores e mais intuitivos. Os tablets smartphones vieram revolucionar o mercado e agora é hora de inovar também a nível dos computadores. Além do avanço tecnológico que representa, esta novidade trás também a possibilidade de criar novos canais de comunicação e ferramentas de trabalho.

Os dispositivos portáteis são mais fácil de usar, mais rápidos de ligar e mais leves de transportar: um mundo que cabe em qualquer pequeno lugar. A possibilidade de poder interagir através de um simples toque no ecrã veio aposentar os ratos. Além disso, estes novos aparelhos trazem na bagagem uma série de novidades, como o sensor de identificação de presença, de movimentação física do aparelho, GPS, comandos de voz, entre outros.

Cada vez mais os tablets e smartphones tendem a estar sempre por perto, seja no quarto, na sala ou na rua. Sempre prontos para serem utilizados, já que eles trazem a possibilidade de nunca ser desligados e de nos manter permanentemente conectados ao mundo.

As empresas, através das redes sociais e de aplicativos, procuram manter-se conectados com os clientes, aumentando assim a proximidade com os mesmos. As estratégias de marketing ganham, portanto, uma nova perspectiva.

Esta revolução não significa que os computadores e portáteis “comuns” tenham os dias contados. Um dispositivo móvel não tem como objectivo substituir o seu atual computador, mas sim de facilitar e complementar algumas tarefas. Os computadores com alta capacidade de processamento, continuarão a ter lugar na vida de todos nós para ajudar nas tarefas mais complexas e demoradas.