Através de um estudo realizado na Nova Zelândia vem-se desmitificar a acção da vitamina D.

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Ao contrário do que é afirmado por médicos, bem como pelo senso comum, um grupo de investigadores descobriu que a vitamina D não possui qualquer efeito protector significativo contra o cancro, doenças cardiovasculares ou, até mesmo, fracturas.

Os resultados deste estudo, publicados na revista Lancet § Diabetes Endocrinology, revelam que a acção da vitamina D ajuda a combater estas doenças numa percentagem inferior ao limite estabelecido de 15%. O único caso em que este valor é superado são os idosos que vivem em lares, nos quais a combinação de vitamina D com o cálcio, ajuda a prevenir numa média superior a 15%, o risco de fracturas ósseas.

Fonte: Diário de Notícias através do Feedly

 

Vários bloggers noticiam que o design do iPhone 6 se encontra pronto a ser lançado. A Apple ainda não confirmou esta informação.

No seguimento desta notícia espera-se que, ainda este ano, a ’empresa da maçã’ lance dois novos modelos de iPhone, sendo que, o segundo terá um tamanho maior que o habitual pertencendo a uma geração conhecida por ser a dos phablets. Para além disto, diz-se ainda que este novo iPhone já deverá estrear o iOS 8.

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Este lançamento é esperado para o outono, no entanto correm rumores de que poderá acontecer já no verão com a Worlwide Developers Conference.

Fonte: Exame Informática através do Feedly

Portugal volta a ser falado no mundo da multimédia, depois de se consagrar finalista na categoria Live Event dos InAVation  Awards 2014, por intermédio do projecto desenvolvido pela Edigma. Reconhecimento este que se destaca no âmbito do audiovisual, multimédia e interactividade.

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O projecto da autoria da portuguesa Edigma, está entre os nomes finalistas. O  Elevador AXE Apollo , consiste na transformação de um elevador normal, situado no parque de estacionamento da Praça Luís de Camões, em Lisboa, para um “space shuttle”, através de  vídeo 3D hiper-realista com também efeitos sonoros imersivos.

Não é a primeira vez que a empresa Edigma é presenteada com uma nomeação para o referido  prémio, sendo que este é promovido pela revista britânica InAVate, singular e prestigiada em tecnologia audiovisual e multimédia profissional.

A nomeação é por si só, já um enorme reconhecimento não só para a portuguesa Edigma com também para Portugal. Sendo que muitas vezes esquece-se os fantásticos feitos, neste caso concreto a nível tecnológico, que os investigadores lusos concretizam. A conquista do referido prémio seria então, como se diz a “cereja no topo do bolo”, reconhecendo então por definitivo o prestigio que os investigadores portugueses merecem.

Os  InAVation  Awards 2014 serão reconhecidos a 5 de Fevereiro em Amesterdão.

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 Fonte: http://tek.sapo.pt/ através de Google News

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Muitas pessoas começam a ganhar sucesso através de vídeos que publicam no seu canal no youtube, e conseguem transformar esse sucesso em dinheiro.

A popularização dos vídeos online e a sua dinamização através das redes sociais faz com que muitos utilizadores consigam obter lucros. Existem duas possibilidades para ganhar dinheiro com a publicação de vídeos no youtube – através da permissão de publicidade nos vídeos (banners ou dentro do vídeo com linhas de texto) ou através do aluguer do vídeo por outros utilizadores. Para receber dinheiro dos vídeos os utilizadores devem ter uma conta no Youtube e associar uma conta AdSense à conta Youtube. Os lucros são divididos entre o utilizador e o Google.

Os portugueses com canal no Youtube não conseguiam ganhar dinheiro através do AdSense da Google, porém esta funcionalidade já está disponível para a maioria dos utilizadores, que passam a ter a possibilidade de inserir anúncios nos vídeos que carregam para a plataforma. O utilizador deve escolher a forma como a publicidade será utilizada no vídeo pela empresa norte-americana.

Os anúncios podem anteceder a visualização do vídeo ou sobrepor parcialmente o conteúdo, durante a reprodução. Antes de inserir a publicidade nos vídeos, a Google analisa os conteúdos publicados pelos utilizadores e escolhe os que considera elegíveis para publicitar.

Fica ao cargo do “youtuber” escolher os vídeos que quer rentabilizar, sendo que um dos requisitos obrigatórios é garantir um grande número de visualizações.

Fonte: Jornal de Noticias

ImageCom o intuito de consciencializar os futuros idosos, a Alzheimer Nederland lançou uma campanha no Facebook que permite perceber um pouco como funciona a doença de alzheimer que afecta cerca de 10% da população mundial com mais de 65 anos. A campanha no facebook ajuda-nos a compreender a doença da seguinte forma: foram inseridas fotografias de pessoas marcadas em eventos nos quais nunca tinham participado, mostrando o mundo sob a perspectiva de um paciente. É uma prova de que as redes sociais podem ser muito úteis para consciencializar os utilizadores sobre determinados assuntos, neste caso sobre uma doença tão complicada. As redes sociais podem e devem alertar e informar os utilizadores, em prol de uma sociedade mais justa, com respeito e espírito de união. O link abaixo mostra-nos o vídeo da campanha.

http://www.midiassociais.net/2014/01/do-facebook-para-a-mente-dos-alzheimers/2014/

Image Os Smartphones possuem aplicações e características que nenhum outro tipo de telemóvel proporciona aos utilizadores. Como tal, cada vez mais os cidadãos querem adquirir este produto, de forma a estarem ligados às novas tecnologias, muitas vezes por se tornar “moda” e obviamente por questões de utilidade. A diversidade de marcas, o avanço da 3G e 4G e o investimento em produtos mais acessíveis, faz com que se verifique um aumento do número de usuários de smartphones. Até 2017 é previsto que o número de utilizadores deste equipamento continue a crescer, e estima-se que cerca de um quarto da população mundial irá usar um smartphone. Segundo a EMarketer os utilizadores de telemóveis irão totalizar 69,4% da população mundial em 2017.

O tema não é novo, no entanto mantém-se o debate quanto à questão da identidade dos bloguers. Podemos considerar um bloguer um jornalista?

Recentemente um tribunal federal americano considerou que, mesmo que alguém não possa escrever para a “imprensa institucional”, têm direito a todas as protecções que a constituição concede aos jornalistas creditados. Por outras palavras, os bloguers foram considerados jornalistas.

Quando o blog se tornou um dos métodos mais populares de distribuição de conteúdo e informação, esta opinião foi provavelmente a visão mais correta. Nos primeiros dias dos blogs, estes incorporavam uma boa dose de opinião. A verdade é que os blogs ajudaram a ampliar o “mercado” de idéias, permitindo que vozes de mais pessoas pudessem entrar no debate dos mais variados tópicos de discussão.

No entanto, os blogs podem ser um passo para tornar-se um jornalista. Apesar de muitas vezes não terem fontes, os bloguers também formam opinião pública. Além disso, podem ainda ganhar as ferramentas para operar num ambiente de redação.

A questão prende-se não só pela qualidade da informação que transmitem mas também a sua fonte. Este tipo de caracterização torna-se inevitável e necessariamente cria fronteiras entre os dois tipos de comunicação. Uma vez que a qualidade da informação é a prioridade número um no jornalismo. Ter as melhores e inúmeras fontes, é algo inerente e inevitável.

E tu, que achas? Serão os bloguers também jornalistas?

Olhar fixamente para um monitor durante horas a fio tornou-se uma parte comum do dia-a-dia moderno. E, inevitavelmente, estará a colocar os seus olhos numa grande sobrecarga.

O nome para problemas oculares causados ​​pelo uso do computador é Síndrome de Visão de Computador (CVS). CVS não é um problema ocular específico. O termo abrange toda uma gama de fadiga ocular e dor experimentada pelos usuários de computador. Qualquer pessoa que passe mais de 2 horas por dia à frente de computador, pode desenvolver esta síndrome.

De acordo com o National Institute for Occupational Safety and Health, dos Estados Unidos da América, o CVS afeta cerca de 90% das pessoas que passam três horas ou mais no computador.

Como sabe se você tem CVS? Se tem algum ou todos dos seguintes sintomas, talvez seja portador deste síndrome.

  1. visão turva
  2. visão dupla
  3. Seca, olhos vermelhos
  4. irritação nos olhos
  5. Dores de cabeça
  6. Pescoço ou dor nas costas

Para prevenir devemos dar primazia à conhecida como Regra 20-20, que é bem simples. De 20 em 20 minutos, deve desviar o olhar do ecrã do computador, durante 20 segundos, e olhe para algo distante. Este procedimento ajuda a descansar os olhos.

Sugestões para prevenir problemas oculares frente ao computador:

Posicionar o monitor de 50 a 60 cm dos olhos, sendo que a parte superior fica à altura ou abaixo dos olhos, nunca acima da linha ocular;

Posicionar bem os suportes para papéis junto ao monitor, quando estiver a escrever;

Ilumine bem a sala onde o computador se encontra, a luz incandescente é melhor opção que a fluorescente;

Minimize os reflexos do ecrã, alterando a posição do computador, das luzes, usando cortinas e ainda meios anti-reflexo se assim for necessário;

Piscar os olhos com alguma frequência;

Manter o ecrã do monitor sempre limpo;

Por cada hora de trabalho, descanse 5 minutos, olhando para algo distante;

Use óculos que sejam os correctos;

Sempre que necessário, consulte em oftalmologista. [labnol]

F.luxProtectYourVision e RedshiftGUI são softwares que lhe permitem poupar o esforço dos olhos enquanto trabalha.

Fonte: pplware

Fique ainda com estes exercícios visuais do EyeDefender, projetados para evitar a fadiga ocular, visão embaçada, dores de cabeça e dor nos olhos resultantes de estar à frente do computador durante várias horas.

Ficam ainda aqui mais algumas sugestões caso o assunto lhe desperte interesse.

Vários foram os estudos recentes que mostram que a tendência dos jovens para usar o Facebook está a diminuir. Como utilizador assíduo desta rede social penso que seja importante refletir sobre uma plataforma comum online onde partilhamos e tomamos contacto de forma virtual com outras pessoas.

O Facebook surge aos cibernautas em 2004 como uma rede social inovadora onde se pode partilhar, comentar, postar, gostar, fazer amizades e até comprar produtos ou serviços através de páginas de empresas ou companhias. Durante muito tempo o Facebook foi a febre de várias pessoas que passavam horas “agarradas” ao ecrã do computador e às suas couves e animais no Farmville.

Alguns anos mais tarde surge o Twitter, uma plataforma de mensagens, com uma lógica muito semelhante à do tradicional SMS, que permite o envio de texto até 140 caracteres.

Novas redes sociais levam o Facebook a ficar em segundo plano já que na opinião dos utilizadores mais novos da rede “fazer parte do Facebook é uma condição vista como social e obrigatória”. Os relatórios mostram até que vários jovens mentem para poder ter conta na rede já que a idade mínima é 13 anos.

Na minha perspetiva isto leva os adolescentes a fugirem à “rotina” e a ligarem-se a novas redes mais interativas e entusiasmantes como o Instagram ou o Snapachat que permite o envio de fotografias com alguns caracteres de texto que depois de recebidas se auto destroem passados alguns segundos.

O desconforto com a exposição e visibilidade no espaço online, onde podemos aceder aos perfis dos outros, pesquisar por quem quisermos, pode ser outro fator que influencia os jovens a utilizarem novas ferramentas para contactar online. O Facebook é também utilizado por milhares de pessoas de todas as faixas etárias, o que pode causar um sentimento de “calor humano” que não agrada aos jovens. Talvez eles queiram mais contactar com pessoas com costumes, ideias e gostos parecidos aos seus.

No fundo novas redes sociais são criadas à medida das mudanças e dos “requisitos” das gerações. Se antigamente o Hi5 causava furor hoje em dia tudo se resume aos 140 caracteres ou a um Snap!

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Aqui fica o link para um vídeo sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=X_jCGN6q8hM

Pode ler um artigo sobre este assunto aqui: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/os-adolescentes-estao-a-perder-o-interesse-pelo-facebook-1609413

 João Serralha, 20130069

Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069