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Foi no dia 22 de Janeiro que a China sofreu o maior ataque de bloqueio do servidor na história da rede. Segundo dados revelados pela multinacional informática, Compware, este “apagão” durou uma hora, mas o seu efeito prolongou-se durante mais sete.

Esta situação afectou principalmente os campos terminados em “.com” e “.net” e todas as empresas com negócios online do país, bem como as plataformas de comércio electrónico.

As vendas do comércio electrónico sofreram um impacto de cerca de 200 milhões de dólares ( 147 milhões de euros). 

 

 

Fonte: Jornal de Notícias

Pode ler-se o artigo em: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=3648855&page=2

 

A comunicação é uma parte vital de qualquer ser. A maneira de comunicar mudou gradualmente ao longo dos séculos, e de facto com a tecnologia, a comunicação continua a evoluir a cada dia.

No mundo virtual a comunicação começou a estabelecer-se através do e-mail. Esta forma de comunicação explodiu em termos de popularidade devido ao correio postal ser tão lento. Todos os utilizadores de computador começaram imediatamente a usar este novo sistema que instantaneamente entrega as suas mensagens. Apesar de ter sido o primeiro meio de comunicação que os utilizadores ajudaram a massificar, tem resistido ao tempo e podemos esperar que ainda seja predominante por muitos e muitos anos.

Depois do e-mail, entraram em cenas as salas de chat. As salas de chat chegaram de todas as formas, tamanhos e temas. Uma das primeiras formas de salas de chat foi o IRC – Internet Relay Chat. Criaram-se então salas de chat orientadas por tópicos como: música, jogos on-line, saúde, entretenimento, acontecimentos religiosos, adolescentes, desportos, e salas dedicadas a países e cidades específicas.

Num passado mais recente surgiu o conceito de IM (Instant Messaging), o sistema de comunicação mais utilizado actualmente. Desde o MSN Messenger ao actual serviço de troca de mensagens do Facebook o IM tornou-se a forma de comunicação digital de maior expressão. O IM juntou o melhor dos vários mundos de comunicação online: a rapidez e a troca de mensagens por duas ou mais pessoas executada pelo e-mail e a afiliação às redes sociais.

Hoje em dia o próprio conceito de IM mudou. Foram criadas aplicações que provêm da evolução deste conceito, como é caso o Snapchat (partilha de imagens), a rede de streams TwitchTV (transmissões audio-visuais ao vivo) ou o Viber (serviço de IM direccionado para os sistemas móveis). Sendo o mundo tecnológico sinónimo de transformação, mudança e evolução certamente que nos próximos anos serão descobertas novas formas para nos comunicar uns entre os outros.

Um artigo de dois investigadores da universidade americana de Princeton apontou o ano de 2017 como o fim da popular rede social com uma perda de cerca de 80% dos seus utilizadores.

As conclusões foram retiradas de pesquisas no motor de busca, Google e a modelos de proliferação de doenças. Segundo o artigo publicado no popular repositório online da Universidade de Cornell, “Usamos modelos epidemiológicos para explicar a adopção e o abandono por parte dos utilizadores de redes sociais online, nos quais a adopção é análoga à infecção e o abandono é análogo à recuperação”.

Para a investigação, recorreram aos dados públicos do Google sobre a pesquisa das palavras MySpace e Facebook. Observaram que o crescimento e declínio do MySpace foi acompanhado por um crescimento e declínio das pesquisas no Google por aquele site. Ao analisarem a evolução das pesquisas por Facebook, concluíram que estas indicam que a maioria dos utilizadores do Facebook abandonará a plataforma nos próximos anos.

O estudo surge numa altura em que são frequentes os relatos de abandono da plataforma, sobretudo pelos utilizadores adolescentes, algo que a empresa já admitiu, pelo menos parcialmente.

A rede social já emitiu a sua resposta e Numa publicação no próprio Facebook, três cientistas que trabalham para a empresa acusam os outros dois de confundirem a ligação que existe entre as pesquisas pelo termo “Facebook” e o número de utilizadores da rede. Usando uma metodologia semelhante, afirmam que seria possível concluir que a Universidade de Princeton deixaria de ter alunos em 2021, algo em que não acreditam.

 

Fonte: Jornal, O Público.

Pode ler-se o artigo completo em http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-vai-definhar-entao-a-universidade-que-o-diz-vai-desaparecer-1621022 

 

Os e-books, tal como livros físicos, têm peso. De acordo com um cientista da computação na Universidade de Berkeley, um leitor de e-books de 4GB com 3.500 e-books pesa um bilionésimo de um bilionésimo de um grama mais do que se estivesse sem dados – uma diferença que é aproximadamente o mesmo peso de uma molécula de ADN. O mesmo número de livros físicos pesaria cerca de duas toneladas.

São não só mais leves do que os seus homólogos impressos, mas também são mais baratos, acessíveis instantaneamente em qualquer parte do mundo e ilimitado em termos de oferta. Por estas razões e não só, o crescimento do uso dos e-books tem vindo a crescer.

Mesmo que os livros físicos tenham ganho luta na forma de contar histórias, eles não estão a começar a desaparecer. A presença física (e duradoura) tornou-se importante num mundo tecnológico rodeado de mudança. Em vez de “matarem” os livros físicos, os e-books fizeram com que se criasse uma espécie de fetiche pelas páginas impressas.

Os editores começaram então a lançar novas edições, mais apelativas à visão e mais caras, quase como objetos de arte para uma prateleira. Fitas de marcador, tipografia artística, chapas metálicas e impressionantes capas coloridas fazem parte da reembalagem de clássicos que muitas vezes encontram-se disponíveis gratuitamente on-line.

A industria literária é mais um dos casos de adaptação e aproveitamento da tecnologia. Os livros ganharam uma nova magia e para os amantes da tecnologia os e-books são certamente a solução.

Cada vez mais as redes sociais têm vindo a introduzir um novo conceito interativo e digital ao jornalismo tradicional. Nos dias de hoje o Facebook e o Twitter são poderosas ferramentas ao uso das empresas de comunicação que recorrem às redes sociais para venderem e publicitarem o seu trabalho na rede. Analisando o conceito do Twitter é importante pensar e refletir sobre o uso de redes sociais no Jornalismo.

Os órgãos de comunicação social fundiram-se em poderosos grupos económicos com um pensamento monetário e não tanto informativo. Dentro deste contexto importa difundir e espalhar informação ao maior número de pessoas possível. Mas tendo em conta aquilo que é o Twitter vários jornalistas acabam por fazer publicações onde muitas das vezes o domínio profissional se funde com o domínio pessoal. Os jornalistas representam empresas e estas são aquilo que os jornalistas produzem, mantendo uma linha editorial muito específica. Não será assim necessária a criação de regulamentos para o uso do Twitter por parte dos editores e diretores?

Toda a questão se prende com conceitos fundamentais à atividade jornalística como os de ética e deontologia. Existe uma relação muito próxima entre a informação e a ética, facto esse que é normal dado que a informação não pode existir sem um informador que não tem a capacidade de desprender da sua própria consciência.

A velocidade informativa, a amplificação da informação, as novas formas de relacionamento com as fontes e a captação de leitores são algumas das características que caracterizam os media no atual modelo comunicacional em rede. Redes sociais como o Facebook, Orkut e Twitter contribuem para uma alteração entre emissores/recetores fazendo da colaboração outra característica do jornalismo atual.

Nos dias que correm aquele que é informado consegue fazer parte da notícia de forma relativamente fácil e rápida devido à democratização das novas tecnologias. Com o slogan ”What’s Happening?”, o Twitter permite essa interatividade adquirindo assim uma função diferente das outras redes sociais já que é utilizada não só por nativos digitais mas também pelos meios de comunicação como uma ferramenta amplificadora de informação.

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João Serralha, 20130069

O uso de novas tecnologias na educação é cada vez maior e começa cada vez mais cedo. Em muitas escolas básicas já podemos ver miúdos de 6-7 anos teclarem num iPad, lerem os seus manuais escolares ou até mesmo interagir com o professor através dos tablets. A nova geração parece até que nasceu programa para usar a tecnologia touch. O ensino teve inclusive que se adaptar a estas mudanças. Serão estas ferramentas demasiadamente valorizadas no processo educativo? Torna-se assim necessário refletir sobre este assunto que tem impacto no crescimento das novas gerações.

Na minha opinião o grande passo que se deu em Portugal, dentro das tecnologias na educação, foi a divulgação do projeto Magalhães. A venda destes mini computadores a preços reduzidos não só levou os educadores e pais a uma aprendizagem de um ensino e educação diferentes mas também levantou alguma polémica porque grande parte dos miúdos não sabia dar o uso devido às novas ferramentas.

Há que enquadrar estes novos dispositivos e tecnologias no ensino. Quando bem aplicados e utilizados os tablets e softwares pedagógicos na educação podem atingir resultados bastante satisfatórios, ainda que os livros, a tradicional ardósia, o lápis e o papel não devam ser retirados. No fundo as novas tecnologias são um complemento à educação ou ao desenvolvimento cognitivo das crianças. Podemos pensar em casos concretos como o de jovens com deficiências que através da tecnologia e de estímulos “digitais” conseguem progredir ainda que a pequenos passos.

Assim os docentes e educadores devem ter um papel orientador e ao mesmo tempo de investigador já que podem ir acompanhando o feedback que os alunos dão ao uso de novas tecnologias.

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Pode ler um artigo sobre o tema aqui: http://noticias.terra.com.br/educacao/ipad-vai-revolucionar-o-ensino-diz-criador-de-escolas-steve-jobs,5d539195293ef310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Fonte: Scoop.it

João Serralha, 20130069

A  edição limitada da autoria da marca Nintendo que remonta a 1990, e que conta apenas com 116 exemplares, fez explodir as licitações num leilão na rede de compra e venda eBay, para adquirir a World Championships. As licitações já vão em mais 9 mil dólares ( 7 mil euros aproximadamente).

No entanto, para os admiradores que têm intenção de adquirir a edição especial da Nintendo da década de 90, deparam-se com o mau estado esta já apresenta. Contudo o vendedor defende-se dizendo que o anterior dono da famosa disquete não tinha noção do que realmente tinha em mãos, mas como é uma cópia autentica, o seu valor continua elevadíssimo.

Esta edição especial que já faz correr muita tinta e muito dinheiro, apresenta versões breves dos clássicos Super Mario, Tetris e Rad Racer.

Para completar as virtudes da valiosa disquete, existe ainda a versão considerada de “ouro” do jogo mencionado em cima. Sendo que esta possui características que fazem dela ainda mais rara e valiosa.

Esta edição especial criada pela marca Nintendo em 1990, prova mais uma vez que estamos na era digital das tecnologias e dos vídeo jogos.

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Fonte: Diário de Notícias – online (http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3650616&seccao=Tecnologia)

O sistema de travagem automática aquando de um obstáculo estar eminente não é novo no mundo automóvel e na segurança nas estradas. No entanto a prestigiada marca de automóveis Honda, conseguiu criar o que ainda não tinha sido pensado. Ou seja, fazê-lo a velocidades como 60 km/h.

A agora nova invenção na esfera automóvel, é singular por utilizar um radar de ondas milimétricas e uma câmara de alta resolução a fim de conseguir detectar os peões mais cedo do que os sistemas já conhecidos, de câmaras e radares convencionais que só passado um período de reconhecimento é que abrandava a fim de não colidir.

Esta é mais uma inovadora forma de se tentar contornar, e assim diminuir os números de sinistros nas estradas, em que  já tanta gente perdeu familiares amigos ou até mesmo a vida.

Por enquanto, espera-se que o sistema criado, seja introduzido nos automóveis da marca referida,  ainda este ano. 

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Fonte: Jornal i online

Image Foi criada uma rolha com chip que revela todas as informações sobre o vinho desde a temperatura a que esteve sujeito até à data do engarrafamento. Este projecto foi desenvolvido por Ricardo Gonçalves, estudante de doutoramento em Engenharia Electrónica no Instituto de Telecomunicações da Universidade de Aveiro. 

O custo inicial será de 1 euro, e esta rolha pode ser útil aos produtores e aos proprietários de restauração, que com este novo sistema podem garantir a qualidade do vinho aos clientes e combater a falsificação do produto. 

Para usar a rolha, é preciso um leitor RFID para extrair os dados, que comunica por “Bluetooth” ou cabo USB a um computador, ou a um smartphone.

ImageA Google juntamente com fabricantes de automóveis criou a Open Automotive Alliance, cujo objectivo é permitir a compatibilidade de alguns automóveis com o sistema Android. As marcas aderentes foram a Audi, a General Motors, a Hyunday, a Honda e a Nvidia. Esta iniciativa foi anunciada no âmbito da Feira de Tecnologia Consumer Electronic Show (CES) em Las Vegas. 

Com o objectivo de tornar a condução uma actividade mais segura, esta iniciativa irá permitir que os condutores acedam à Internet através dos seus automóveis sem perturbar a condução e a sua segurança. A Google irá criar um sistema de ligação à Internet através do sistema android presente em smartphones e tablets, ao qual pode aceder o condutor mas também os passageiros.