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A comunicação é uma parte vital de qualquer ser. A maneira de comunicar mudou gradualmente ao longo dos séculos, e de facto com a tecnologia, a comunicação continua a evoluir a cada dia.

No mundo virtual a comunicação começou a estabelecer-se através do e-mail. Esta forma de comunicação explodiu em termos de popularidade devido ao correio postal ser tão lento. Todos os utilizadores de computador começaram imediatamente a usar este novo sistema que instantaneamente entrega as suas mensagens. Apesar de ter sido o primeiro meio de comunicação que os utilizadores ajudaram a massificar, tem resistido ao tempo e podemos esperar que ainda seja predominante por muitos e muitos anos.

Depois do e-mail, entraram em cenas as salas de chat. As salas de chat chegaram de todas as formas, tamanhos e temas. Uma das primeiras formas de salas de chat foi o IRC – Internet Relay Chat. Criaram-se então salas de chat orientadas por tópicos como: música, jogos on-line, saúde, entretenimento, acontecimentos religiosos, adolescentes, desportos, e salas dedicadas a países e cidades específicas.

Num passado mais recente surgiu o conceito de IM (Instant Messaging), o sistema de comunicação mais utilizado actualmente. Desde o MSN Messenger ao actual serviço de troca de mensagens do Facebook o IM tornou-se a forma de comunicação digital de maior expressão. O IM juntou o melhor dos vários mundos de comunicação online: a rapidez e a troca de mensagens por duas ou mais pessoas executada pelo e-mail e a afiliação às redes sociais.

Hoje em dia o próprio conceito de IM mudou. Foram criadas aplicações que provêm da evolução deste conceito, como é caso o Snapchat (partilha de imagens), a rede de streams TwitchTV (transmissões audio-visuais ao vivo) ou o Viber (serviço de IM direccionado para os sistemas móveis). Sendo o mundo tecnológico sinónimo de transformação, mudança e evolução certamente que nos próximos anos serão descobertas novas formas para nos comunicar uns entre os outros.

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Os e-books, tal como livros físicos, têm peso. De acordo com um cientista da computação na Universidade de Berkeley, um leitor de e-books de 4GB com 3.500 e-books pesa um bilionésimo de um bilionésimo de um grama mais do que se estivesse sem dados – uma diferença que é aproximadamente o mesmo peso de uma molécula de ADN. O mesmo número de livros físicos pesaria cerca de duas toneladas.

São não só mais leves do que os seus homólogos impressos, mas também são mais baratos, acessíveis instantaneamente em qualquer parte do mundo e ilimitado em termos de oferta. Por estas razões e não só, o crescimento do uso dos e-books tem vindo a crescer.

Mesmo que os livros físicos tenham ganho luta na forma de contar histórias, eles não estão a começar a desaparecer. A presença física (e duradoura) tornou-se importante num mundo tecnológico rodeado de mudança. Em vez de “matarem” os livros físicos, os e-books fizeram com que se criasse uma espécie de fetiche pelas páginas impressas.

Os editores começaram então a lançar novas edições, mais apelativas à visão e mais caras, quase como objetos de arte para uma prateleira. Fitas de marcador, tipografia artística, chapas metálicas e impressionantes capas coloridas fazem parte da reembalagem de clássicos que muitas vezes encontram-se disponíveis gratuitamente on-line.

A industria literária é mais um dos casos de adaptação e aproveitamento da tecnologia. Os livros ganharam uma nova magia e para os amantes da tecnologia os e-books são certamente a solução.

O tema não é novo, no entanto mantém-se o debate quanto à questão da identidade dos bloguers. Podemos considerar um bloguer um jornalista?

Recentemente um tribunal federal americano considerou que, mesmo que alguém não possa escrever para a “imprensa institucional”, têm direito a todas as protecções que a constituição concede aos jornalistas creditados. Por outras palavras, os bloguers foram considerados jornalistas.

Quando o blog se tornou um dos métodos mais populares de distribuição de conteúdo e informação, esta opinião foi provavelmente a visão mais correta. Nos primeiros dias dos blogs, estes incorporavam uma boa dose de opinião. A verdade é que os blogs ajudaram a ampliar o “mercado” de idéias, permitindo que vozes de mais pessoas pudessem entrar no debate dos mais variados tópicos de discussão.

No entanto, os blogs podem ser um passo para tornar-se um jornalista. Apesar de muitas vezes não terem fontes, os bloguers também formam opinião pública. Além disso, podem ainda ganhar as ferramentas para operar num ambiente de redação.

A questão prende-se não só pela qualidade da informação que transmitem mas também a sua fonte. Este tipo de caracterização torna-se inevitável e necessariamente cria fronteiras entre os dois tipos de comunicação. Uma vez que a qualidade da informação é a prioridade número um no jornalismo. Ter as melhores e inúmeras fontes, é algo inerente e inevitável.

E tu, que achas? Serão os bloguers também jornalistas?

Olhar fixamente para um monitor durante horas a fio tornou-se uma parte comum do dia-a-dia moderno. E, inevitavelmente, estará a colocar os seus olhos numa grande sobrecarga.

O nome para problemas oculares causados ​​pelo uso do computador é Síndrome de Visão de Computador (CVS). CVS não é um problema ocular específico. O termo abrange toda uma gama de fadiga ocular e dor experimentada pelos usuários de computador. Qualquer pessoa que passe mais de 2 horas por dia à frente de computador, pode desenvolver esta síndrome.

De acordo com o National Institute for Occupational Safety and Health, dos Estados Unidos da América, o CVS afeta cerca de 90% das pessoas que passam três horas ou mais no computador.

Como sabe se você tem CVS? Se tem algum ou todos dos seguintes sintomas, talvez seja portador deste síndrome.

  1. visão turva
  2. visão dupla
  3. Seca, olhos vermelhos
  4. irritação nos olhos
  5. Dores de cabeça
  6. Pescoço ou dor nas costas

Para prevenir devemos dar primazia à conhecida como Regra 20-20, que é bem simples. De 20 em 20 minutos, deve desviar o olhar do ecrã do computador, durante 20 segundos, e olhe para algo distante. Este procedimento ajuda a descansar os olhos.

Sugestões para prevenir problemas oculares frente ao computador:

Posicionar o monitor de 50 a 60 cm dos olhos, sendo que a parte superior fica à altura ou abaixo dos olhos, nunca acima da linha ocular;

Posicionar bem os suportes para papéis junto ao monitor, quando estiver a escrever;

Ilumine bem a sala onde o computador se encontra, a luz incandescente é melhor opção que a fluorescente;

Minimize os reflexos do ecrã, alterando a posição do computador, das luzes, usando cortinas e ainda meios anti-reflexo se assim for necessário;

Piscar os olhos com alguma frequência;

Manter o ecrã do monitor sempre limpo;

Por cada hora de trabalho, descanse 5 minutos, olhando para algo distante;

Use óculos que sejam os correctos;

Sempre que necessário, consulte em oftalmologista. [labnol]

F.luxProtectYourVision e RedshiftGUI são softwares que lhe permitem poupar o esforço dos olhos enquanto trabalha.

Fonte: pplware

Fique ainda com estes exercícios visuais do EyeDefender, projetados para evitar a fadiga ocular, visão embaçada, dores de cabeça e dor nos olhos resultantes de estar à frente do computador durante várias horas.

Ficam ainda aqui mais algumas sugestões caso o assunto lhe desperte interesse.

O iPad Air saiu em Portugal a 1 de Novembro de 2013. E se é apenas mais um tablet no mercado porquê um iPad? Porque não um Surface ou um Galaxy Tab? Ora, na verdade o primeiro iPad foi “o tal” que, em 2010, marcou a  história dos tablets por mostrar ao mundo as inúmeras possibilidades de utilidade que tais dispositivos têm.

Sobra, no entanto, sobram algumas dúvidas. O que é que um tablet acrescenta de novo? Como serão os próximos computadores?

Aquela ideia do computador que as pessoas utilizavam para ler os seus e-mails, navegar na internet ou redigir textos passará por uma drástica mudança nos próximos anos: os aparelhos serão cada vez menores e mais intuitivos. Os tablets smartphones vieram revolucionar o mercado e agora é hora de inovar também a nível dos computadores. Além do avanço tecnológico que representa, esta novidade trás também a possibilidade de criar novos canais de comunicação e ferramentas de trabalho.

Os dispositivos portáteis são mais fácil de usar, mais rápidos de ligar e mais leves de transportar: um mundo que cabe em qualquer pequeno lugar. A possibilidade de poder interagir através de um simples toque no ecrã veio aposentar os ratos. Além disso, estes novos aparelhos trazem na bagagem uma série de novidades, como o sensor de identificação de presença, de movimentação física do aparelho, GPS, comandos de voz, entre outros.

Cada vez mais os tablets e smartphones tendem a estar sempre por perto, seja no quarto, na sala ou na rua. Sempre prontos para serem utilizados, já que eles trazem a possibilidade de nunca ser desligados e de nos manter permanentemente conectados ao mundo.

As empresas, através das redes sociais e de aplicativos, procuram manter-se conectados com os clientes, aumentando assim a proximidade com os mesmos. As estratégias de marketing ganham, portanto, uma nova perspectiva.

Esta revolução não significa que os computadores e portáteis “comuns” tenham os dias contados. Um dispositivo móvel não tem como objectivo substituir o seu atual computador, mas sim de facilitar e complementar algumas tarefas. Os computadores com alta capacidade de processamento, continuarão a ter lugar na vida de todos nós para ajudar nas tarefas mais complexas e demoradas.

Hoje em dia todos estamos conectados. Ninguém sai de casa sem uma peça de tecnologia – como por exemplo o telemóvel – e até mesmo qualquer casa de uma família moderna está repleta de tecnologia. Todo este avanço fez com que a comunicação praticada hoje em dia fosse muito mais fácil e ao mesmo tempo muito mais rápida. Em questão de segundos conseguimos comunicar com alguém que esteja tanto noutra parte do mundo como ao fundo da rua, seja essa pessoa nossa conhecida ou desconhecida.

Como tudo, esta forma de tecnologia e consequentemente avanço da comunicação praticada no seu quotidiano tem os seus prós e contras. Como contras, estamos, hoje em dia, mais expostos a radiações, perdemos mais tempo não só a formarmo-nos como também a usar as próprias tecnologias, promove a “arte” de procrastinar, reduzimos substancialmente o contacto com outras pessoas e, na verdade, toda a tecnologia tem um custo elevado para o consumidor. Como prós a tecnologia trouxe-nos redução de desperdícios, também o aumento do nosso estilo de vida e de produtividade, o aumento dos lucros, a redução do pessoal necessário devido à automação de tarefas e até a melhoria nos cuidados de saúde prestados, logo a melhoria da esperança média de vida.