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Cada vez mais as redes sociais têm vindo a introduzir um novo conceito interativo e digital ao jornalismo tradicional. Nos dias de hoje o Facebook e o Twitter são poderosas ferramentas ao uso das empresas de comunicação que recorrem às redes sociais para venderem e publicitarem o seu trabalho na rede. Analisando o conceito do Twitter é importante pensar e refletir sobre o uso de redes sociais no Jornalismo.

Os órgãos de comunicação social fundiram-se em poderosos grupos económicos com um pensamento monetário e não tanto informativo. Dentro deste contexto importa difundir e espalhar informação ao maior número de pessoas possível. Mas tendo em conta aquilo que é o Twitter vários jornalistas acabam por fazer publicações onde muitas das vezes o domínio profissional se funde com o domínio pessoal. Os jornalistas representam empresas e estas são aquilo que os jornalistas produzem, mantendo uma linha editorial muito específica. Não será assim necessária a criação de regulamentos para o uso do Twitter por parte dos editores e diretores?

Toda a questão se prende com conceitos fundamentais à atividade jornalística como os de ética e deontologia. Existe uma relação muito próxima entre a informação e a ética, facto esse que é normal dado que a informação não pode existir sem um informador que não tem a capacidade de desprender da sua própria consciência.

A velocidade informativa, a amplificação da informação, as novas formas de relacionamento com as fontes e a captação de leitores são algumas das características que caracterizam os media no atual modelo comunicacional em rede. Redes sociais como o Facebook, Orkut e Twitter contribuem para uma alteração entre emissores/recetores fazendo da colaboração outra característica do jornalismo atual.

Nos dias que correm aquele que é informado consegue fazer parte da notícia de forma relativamente fácil e rápida devido à democratização das novas tecnologias. Com o slogan ”What’s Happening?”, o Twitter permite essa interatividade adquirindo assim uma função diferente das outras redes sociais já que é utilizada não só por nativos digitais mas também pelos meios de comunicação como uma ferramenta amplificadora de informação.

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João Serralha, 20130069

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O uso de novas tecnologias na educação é cada vez maior e começa cada vez mais cedo. Em muitas escolas básicas já podemos ver miúdos de 6-7 anos teclarem num iPad, lerem os seus manuais escolares ou até mesmo interagir com o professor através dos tablets. A nova geração parece até que nasceu programa para usar a tecnologia touch. O ensino teve inclusive que se adaptar a estas mudanças. Serão estas ferramentas demasiadamente valorizadas no processo educativo? Torna-se assim necessário refletir sobre este assunto que tem impacto no crescimento das novas gerações.

Na minha opinião o grande passo que se deu em Portugal, dentro das tecnologias na educação, foi a divulgação do projeto Magalhães. A venda destes mini computadores a preços reduzidos não só levou os educadores e pais a uma aprendizagem de um ensino e educação diferentes mas também levantou alguma polémica porque grande parte dos miúdos não sabia dar o uso devido às novas ferramentas.

Há que enquadrar estes novos dispositivos e tecnologias no ensino. Quando bem aplicados e utilizados os tablets e softwares pedagógicos na educação podem atingir resultados bastante satisfatórios, ainda que os livros, a tradicional ardósia, o lápis e o papel não devam ser retirados. No fundo as novas tecnologias são um complemento à educação ou ao desenvolvimento cognitivo das crianças. Podemos pensar em casos concretos como o de jovens com deficiências que através da tecnologia e de estímulos “digitais” conseguem progredir ainda que a pequenos passos.

Assim os docentes e educadores devem ter um papel orientador e ao mesmo tempo de investigador já que podem ir acompanhando o feedback que os alunos dão ao uso de novas tecnologias.

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Pode ler um artigo sobre o tema aqui: http://noticias.terra.com.br/educacao/ipad-vai-revolucionar-o-ensino-diz-criador-de-escolas-steve-jobs,5d539195293ef310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Fonte: Scoop.it

João Serralha, 20130069

Vários foram os estudos recentes que mostram que a tendência dos jovens para usar o Facebook está a diminuir. Como utilizador assíduo desta rede social penso que seja importante refletir sobre uma plataforma comum online onde partilhamos e tomamos contacto de forma virtual com outras pessoas.

O Facebook surge aos cibernautas em 2004 como uma rede social inovadora onde se pode partilhar, comentar, postar, gostar, fazer amizades e até comprar produtos ou serviços através de páginas de empresas ou companhias. Durante muito tempo o Facebook foi a febre de várias pessoas que passavam horas “agarradas” ao ecrã do computador e às suas couves e animais no Farmville.

Alguns anos mais tarde surge o Twitter, uma plataforma de mensagens, com uma lógica muito semelhante à do tradicional SMS, que permite o envio de texto até 140 caracteres.

Novas redes sociais levam o Facebook a ficar em segundo plano já que na opinião dos utilizadores mais novos da rede “fazer parte do Facebook é uma condição vista como social e obrigatória”. Os relatórios mostram até que vários jovens mentem para poder ter conta na rede já que a idade mínima é 13 anos.

Na minha perspetiva isto leva os adolescentes a fugirem à “rotina” e a ligarem-se a novas redes mais interativas e entusiasmantes como o Instagram ou o Snapachat que permite o envio de fotografias com alguns caracteres de texto que depois de recebidas se auto destroem passados alguns segundos.

O desconforto com a exposição e visibilidade no espaço online, onde podemos aceder aos perfis dos outros, pesquisar por quem quisermos, pode ser outro fator que influencia os jovens a utilizarem novas ferramentas para contactar online. O Facebook é também utilizado por milhares de pessoas de todas as faixas etárias, o que pode causar um sentimento de “calor humano” que não agrada aos jovens. Talvez eles queiram mais contactar com pessoas com costumes, ideias e gostos parecidos aos seus.

No fundo novas redes sociais são criadas à medida das mudanças e dos “requisitos” das gerações. Se antigamente o Hi5 causava furor hoje em dia tudo se resume aos 140 caracteres ou a um Snap!

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Aqui fica o link para um vídeo sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=X_jCGN6q8hM

Pode ler um artigo sobre este assunto aqui: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/os-adolescentes-estao-a-perder-o-interesse-pelo-facebook-1609413

 João Serralha, 20130069

Saíram recentemente várias notícias sobre questões de privacidade no Facebook. A questão prende-se pelo facto daquela rede social ter sido processada por ler mensagens privadas de utilizadores. Acho que se torna necessário refletir sobre a questão da privacidade numa rede social usada por milhares de utilizadores espalhados pelo mundo fora.

A privacidade é o direito à reserva da vida privada e de informações pessoais, que são apenas nossas. No fundo é um ambiente íntimo e pessoal onde decidimos quem deixamos entrar.

O número de utilizadores do Facebook continua a crescer mas na opinião de muitos, as condições de segurança que a rede social oferece são facilmente violáveis. Dois cidadãos norte-americanos decidiram agir judicialmente contra a rede social que diz que a acusação não tem qualquer fundamento. Certo é que o Facebook intercepta várias mensagens privadas enviadas pelos utilizadores de maneira a recolher informação e vendê-la para fins comerciais.

Deste modo esta questão não se trata apenas de privacidade mas também de concorrência entre empresas. Outras empresas como a Google têm um sistema eletrónico que “lê” os emails dos seus utilizadores e assim apresenta publicidade ao utilizador relacionada com o conteúdo dos emails.

Se enviamos mensagens a terceiros através do Facebook ou de qualquer outra rede pensamos à partida que elas apenas são lidas pelos destinatários. Mas no fundo quase todos os espaços na web tem uma espécie de filtros que fazem fluir aquilo que decidimos colocar ou enviar online.

Apesar da privacidade ser um valor fundamental para qualquer cidadão e que deve ser preservado e respeito por outros, na minha perspetiva os utilizadores devem ter consciência e responsabilidade sob aquilo que disponibilizam e publicam na rede. Por outro lado acredito que esta monitorização por parte das redes sociais e sites são uma violação à privacidade dos cidadãos já que contribui para traçar um perfil dos cibernautas. Temos que ter consciência de que a utilização de espaços sociais e comuns online acabam sempre por interferir na privacidade individual de cada um.

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 Aqui fica o link para um vídeo no Youtube sobre privacidade no Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=baTiZzg4go8

Para mais informações pode consultar: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-processado-por-ler-mensagens-privadas-de-utilizadores-1618337

João Serralha, 20130069

Numa altura em que são cada vez mais os indivíduos que sofrem invasões nas suas contas pessoais de Facebook, Email, ou até as contas bancárias online são alvo de fraudes, acho que é importante reflectir sobre este assunto que um pouco se relaciona com privacidade.

Primeiro importa saber o que é uma password. Uma palavra passe permite-nos guardar e ao mesmo tempo proteger as nossas páginas, contas, dados sem ataques de desconhecidos. No fundo é uma senha de acesso a algo no mundo digital.

Por exemplo no site de pagamentos online PayPal, que se intitula o mais seguro da Internet, é muito importante ter uma Password segura já que na nossa conta estão guardados dados bancários como códigos, Nibs e extratos das nossas contas. Seria péssimo se alguém conseguisse aceder à nossa conta e começa-se a fazer pagamentos ou transferências com o nosso dinheiro. Daí ser importante ter uma palavra-passe segura.

No momento em que se escolhe uma password muitas pessoas criam palavras estranhas, sequências de palavras e números, mas outras se ficam por códigos óbvios, ou pelas primeiras letras do teclado do computador.

A empresa SplashData, num estudo, tentou perceber quais as passwords mais utilizadas pelos cidadãos e quais aquelas que se devem evitar. No relatório de 2013 a empresa diz-se surpreendida pelo facto de “password” já não estar no topo da lista, mas no seu lugar “123456”. A empresa elaborou também uma lista com as 25 piores passwords do ano passado, logo são aquelas mais fáceis de descobrir.

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Para mais informação: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=680469

Fonte: Diário Digital através do Scoop.it,

João Serralha, nº 20130069

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Já nos smartphones a fabricante sul coreana tinha mostrado que gostava de ecrãs grandes. Agora, chegou a vez dos tablets.

A Samsung apresentou na CES (Consumer Eletronic Show), aquele que é o maior evento de electrónica do mundo, que decorre em Las Vegas, novos modelos, que têm ecrãs maiores do que a concorrência e com uma nova característica, a curvatura. Este novos ecrãs foram criados a pensar nos utilizadores com necessidades profissionais.

O Galaxy NotePRO, com um ecrã de 12,2 polegadas, possui uma caneta inteligente, à semelhança dos modelos anteriores desta linhas, que pode ser usada no ecrã e em aplicações destinadas a serem usadas num contexto profissional. O seu “familiar”, o Galaxy TabPRO surge com três tamanhos de ecrã, o maior tem 12,2 polegadas. Todos eles usam a mais recente versão do sistema operativo Android.

Apesar de nos smartphones liderar o mercado de vendas, a empresa de Steve Jobs, Apple, ainda continua à frente no que toca à venda de tablets.

No CES, a Samsung mostrou ainda que também nas televisões de grandes dimensões tem a intenção de recorrer a ecrãs curvos. Alguns dos modelos, com mais de dois metros, são capazes de se dobrar, ficando côncavos, de maneira a criar um efeito de profundidade na imagem. Através de um novo comando, o espectador pode decidir se prefere a televisão normal com ecrã plano ou se prefere a outra em modo flectido.

Fonte: Público através do Feedly.com

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Apesar de recente a aplicação fotográfica é utilizada por milhares utilizadores por todo o mundo. 

O Snpachat é uma plataforma de partilha de imagens que faz da privacidade a sua bandeira. Mas não será esta também uma das suas maiores fragilidades?

 A aplicação permite o envio de fotografias acompanhadas de breves mensagens. Até aqui igual a tantas outras. A inovação está no facto do Snapchat autodestruir as imagens alguns segundos após serem recebidas e de estas não ficarem armazenadas nos servidores da empresa. E assim responde a um dos atuais problemas da vida atual: a privacidade. 

Mas o problema é que esta é ilusória já que existem maneiras de contornar o sistema de autodestruição, uma delas o conhecido printscreen. 

Apesar dos aspetos negativos o Snpachat continua a ser a aplicação gratuita mais descarregada do mundo tornando Spiegel num multimilionário que rejeitou inclusive uma proposta de compra estrondosa do criador do Facebook, Mark Zuckerbeg

Aqui ficam alguns exemplos de Snaps cómicos

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O jornalismo móvel e digital assume cada vez mais importância para o utilizador dos novos dispositivos móveis. Podemos pensar que grande parte dos cidadãos toma conhecimento das noticias da atualidade através do seu smartphone/tablets, através de feeds RSS e deixando para segundo plano os jornais em papel e as publicações impressas.

Este crescimento é acompanhado por aqueles dispositivos muito recentes, recorde-se que o iPhone surgiu em 2007 e o iPad apenas em 2010.

Até mesmo os números referentes aos “downloads” de apps mostram a dimensão do fenómeno.

Em 2013 a aplicação do «Público» foi descarregada por 421 mil utilizadores, a aplicação gratuita do «Expresso» foi descarregada por 157 mil utilizadores, a da «TSF» por 126 mil, a do «Jornal de Notícias» por 124 mil, a do «Correio da Manhã» por 52 mil, e a da «Rádio Renascença» por 13 mil.

Face ao jornalismo tradicional o móvel permite oferecer conteúdos mais personalizados usando as tecnologias dos dispositivos de receção. A capacidade multimédia, a ligação à Internet, o recetor de GPS ou o acelerómetro, por exemplo, permitem construir informação diferente de tudo o que os utilizadores estão habituados.

Fonte: Twitter

Só em 2013 a Apple registou 60 biliões de aplicações descarregadas da sua loja online

Só em 2013 a Apple registou 60 biliões de aplicações descarregadas da sua loja online

A criação de aplicações é um dos novos grandes negócios tecnológicos. Para criar uma App não é preciso grandes conhecimentos e há até quem já receba um segundo ordenado com este par-time.

Está praticamente ao alcance de qualquer pessoa programar o seu smartphone e depois partilhar essa “aplicação” com o mundo inteiro. Existem até concursos como o Appy Day,  que levam milhares de equipas internacionais rumo a Lisboa, à Lx Factory, promovendo o talento e creatividade. O desafio é a criação de uma aplicação mobile, para telemóvel ou tablet, em menos de 24 horas.

Na edição deste ano a aplicação vencedora foi a “Pharmassist” que pretende melhorar o dia-a-dia de pessoas com mais de 65 anos, ou com alguma deficiência visual. É uma app de realidade aumentada, que reconhece etiquetas emissoras colocadas em caixas de medicamentos, e traduz as mesmas para linguagem oral e descomplicada – “Este é o medicamento para o Colesterol. Tome agora, 2 comprimidos.”
Com a oferta tecnológica de smartphones e tablets a crescer as apps desempenham cada vez mais um papel fundamental na vidas dos utilizadores. As Apps permitem-nos tirar fotografias e partilhá-las à distancia de um toque com vários grupos, agendar eventos e receber notificações ou alertas desses eventos, tomar notas, ter a nossa biblioteca musical organizada ou até ler um livro.

Algumas das lojas de aplicações mais conhecidas e usadas são a App StorePlay StoreBlackbery World, a Samsung Apps e a Windows App Store

Fonte: Scoop.it

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A criptomoeda usada em transacções virtuais atinge pela primeira vez os 1000 dólares, cerca de 737 euros.

A moeda online foi inventada por um pirata informático anónimo, conhecido por Satoshi Nakamato, em 2009, e não necessita de nenhuma instituição financeira como intermediária, como, por exemplo, um cartão de crédito necessita.

A Bitcoin permite a transferência anónima de valores e pode ser guardada em computadores num formato diferente de “carteira-arquivo”. As “moedas virtuais” podem ser enviadas pela Internet para qualquer pessoa que tenha um endereço de Bitcoin.

Algumas das vantagens da moeda são a liberdade de pagamento, taxas adicionais muito reduzidas, segurança e controlo, transparência e neutralidade.

Link para o site oficial da moeda com um vídeo explicativo sobre a mesma: http://bitcoin.org/en/