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A Câmara de Ourém vai lançar um concurso que visa a implementação do sistema integrado de mobilidade da cidade de Fátima. Custará cerca 883 mil euros e terá como objetivo reorganizar o estacionamento, o tráfego e a mobilidade na cidade através de equipamentos que gerem o trânsito automóvel.

Este será o segundo concurso visto que, o primeiro contrato não obteve o visto do Tribunal de Contas, o recurso ao mesmo foi novamente recusado.

A maioria do equipamento é informático e ficará localizado no posto territorial da GNR em Fátima.

O sistema, além da implementação de sinalética digital e de dispositivos que permitem fazer a contabilidade das entradas e saídas de veículos dos parques de estacionamento, contempla a criação de vários postos informativos na cidade aos quais podem recorrer peregrinos e turistas, caso estejam perdidos ou necessitem de saber a localização de algum estabelecimento ou mesmo em situação de urgência.

O investimento prevê, igualmente, a criação de um sítio na Internet onde vai constar diversa informação, a centralização dos parcómetros, o reforço da videovigilância e a implementação do centro de controlo integrado e do sistema de comunicação global, cuja monitorização e operação é garantida pela GNR.

O projeto terá como área de intervenção o centro da cidade e as principais vias de acesso à mesma (Fátima tem em média 5 milhões de visitantes por ano). Este sistema pode ser estreado na próxima peregrinação ao Santuário de Fátima a decorrer entre 12 e 13 de maio.

Segundo o responsável pelas relações públicas da GNR de Santarém “o sistema de mobilidade é uma mais-valia para os peregrinos e turistas que se dirigem a Fátima”.

O responsável realçou ainda que “em caso de acidente ou outra ocorrência, a resposta das autoridades passa também a ser mais rápida”.

Fonte: http://portocanal.sapo.pt

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A plataforma Facestore que permite transformar uma página de Facebook numa loja online venceu o prémio Bolsa de Empreendedorismo 2013, da Comissão Europeia.

Este prémio tem como objetivo premiar “empreendedores com ideais originais de negócio, ou de geração de benefícios sociais e de criação de emprego”

A Facestore é uma aplicação de ‘social commerce’, desenvolvida em Portugal, e que permite aos utilizadores que não tenham conhecimentos de programação, transformar a sua página na rede social Facebook numa loja on-line.

Esta plataforma “integra sistemas de pagamento on-line e disponibiliza um backoffice de gestão de vendas, clientes, pagamentos”.

De acordo com a nota divulgada na página da representação da Comissão no nosso país aquando da divulgação deste prémio (Maio de 2013), “os empreendedores que participaram nesta iniciativa de apoio à economia e ao emprego poderão candidatar o seu projeto a prémios de apoio ao empreendedorismo no valor total de € 15000”.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt

O Governo do Equador excluiu as redes sociais do controlo dos media, previsto no âmbito de uma nova legislação controversa sobre a comunicação, de acordo com a proposta de lei divulgada na terça-feira.

Adotada no ano passado por iniciativa do Presidente socialista, a legislação sobre a comunicação prevê a criação de um conselho de regulação dos ‘media’ que os poderá sancionar, um órgão considerado pela oposição como um desejo disfarçado de censura.

Depois de ter ameaçado incluir na legislação as redes sociais, como o Facebook e o Twitter, Correa, atual presidente do Equador, decidiu descartar esta possibilidade.

Fonte: http://dinheirodigital.sapo.pt

 

 

yahoo

 

Henrique de Castro, o português que foi contratado ao Google para diretor de operações do Yahoo (COO, na sigla inglesa), um dos cargos mais altos na multinacional americana, deixa na sexta-feira o cargo. Foi anunciado num documento entregue na passada quinta-feira ao regulador dos mercados financeiros. Henrique de Castro “vai deixar a empresa, com efeitos a 16 de Janeiro de 2014”, diz o Yahoo, sem mencionar motivos e acrescentando apenas que o executivo receberá a compensação acordada.

Henrique de Castro, que exercia o cargo desde Janeiro de 2013, foi contratado no final de 2012 pela ex-colega no Google Marissa Mayer, que poucos meses antes tinha assumido a liderança do Yahoo. A ideia era então que Castro fosse o braço direito de Mayer, mas algo não correu como pretendido, acabando agora em rutura.

A notícia surge também pouco tempo antes de o Yahoo comunicar resultados trimestrais. No terceiro trimestre de 2013, a empresa registou quebras de receitas. Uma das tarefas de Henrique de Castro era rentabilizar o negócio de publicidade da empresa.

Tinha um belo ordenado de 441 mil euros, tendo recebido um bónus aquando da assinatura do contrato de um milhão de dólares.

Fonte: http://www.publico.pt

Muitos sul-coreanos apressaram-se a cancelar os respetivos cartões de crédito, na sequência da notícia, dada pelo regulador financeiro daquele país, de que um profissional de segurança informática roubou informação de cartões de 15 a 20 milhões de pessoas, entre 30% e 40% da população.

O homem roubou dados que incluíam o número do cartão bancário. O roubo aconteceu no ano passado e afetou sobretudo clientes de três empresas de cartões de crédito. O homem suspeito de ter roubado os dados terá simplesmente copiado a informação para uma pen USB, depois de ter sido contratado por uma empresa que faz análise de crédito e que tem acesso às bases de dados das empresas afetadas. O nome do utilizador, dados de contacto e número de segurança social, respeitantes a pouco mais de 100 milhões de cartões foram roubados. A informação foi depois vendida a empresas de crédito pessoal com a finalidade de contactar as respetivas pessoas com telefonemas promocionais.

Os dados roubados não incluíam o número de segurança nem palavras-passe, e as autoridades dizem não haver risco de fraudes bancárias. Mas, ainda assim, muitos sul-coreanos fizeram filas para cancelar e pedir novas vias dos respetivos cartões. Cerca de meio milhão de pessoas já cancelaram os cartões, de acordo com o  Financial Times, que cita reguladores sul-coreanos.

coreia

Fonte: http://www.publico.pt

Hoje em dia, a geração mais recente, e até mesmo a mais velha, já não conseguem viver o seu quotidiano sem as novas tecnologias, mais precisamente a Internet. Muitas destas ligações, seja através da Internet ou do telefone, são feitos com o intuito de comunicar e discutir assuntos com outras pessoas. Como foi possível assistir no documentário “Us Now”, a comunicação dos indivíduos através das novas tecnologias, são meios tanto de entretenimento como de informação e resposta a necessidades, sejam através de grupos na Internet, como por exemplo um grupo de mães que trocam conhecimentos acerca da maternidade, ou noutro exemplo, um indivíduo que procura saber onde fica uma loja de carpintaria mais perto de onde se encontra, através do telefone, ligando para um número de informações. A questão do documentário é: se conseguimos organizar várias associações e grupos através das novas tecnologias, respondendo a muitas das nossas necessidades, então por que precisamos de políticos? Não é uma pergunta fácil de responder, por isso, o realizador convidou vários políticos a juntarem-se a esta discussão no documentário, onde expuseram as suas opiniões.

Existem já várias tentativas deste modelo, em que os cidadãos participam mais directa e activamente no sistema governamental, com um resultado positivo. Mas para um governo perder um pouco o seu poder implica abdicar de várias decisões importantes e muitos não querem perder o controlo que exercem sobre os cidadãos.