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Foi no dia 22 de Janeiro que a China sofreu o maior ataque de bloqueio do servidor na história da rede. Segundo dados revelados pela multinacional informática, Compware, este “apagão” durou uma hora, mas o seu efeito prolongou-se durante mais sete.

Esta situação afectou principalmente os campos terminados em “.com” e “.net” e todas as empresas com negócios online do país, bem como as plataformas de comércio electrónico.

As vendas do comércio electrónico sofreram um impacto de cerca de 200 milhões de dólares ( 147 milhões de euros). 

 

 

Fonte: Jornal de Notícias

Pode ler-se o artigo em: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=3648855&page=2

 

Um artigo de dois investigadores da universidade americana de Princeton apontou o ano de 2017 como o fim da popular rede social com uma perda de cerca de 80% dos seus utilizadores.

As conclusões foram retiradas de pesquisas no motor de busca, Google e a modelos de proliferação de doenças. Segundo o artigo publicado no popular repositório online da Universidade de Cornell, “Usamos modelos epidemiológicos para explicar a adopção e o abandono por parte dos utilizadores de redes sociais online, nos quais a adopção é análoga à infecção e o abandono é análogo à recuperação”.

Para a investigação, recorreram aos dados públicos do Google sobre a pesquisa das palavras MySpace e Facebook. Observaram que o crescimento e declínio do MySpace foi acompanhado por um crescimento e declínio das pesquisas no Google por aquele site. Ao analisarem a evolução das pesquisas por Facebook, concluíram que estas indicam que a maioria dos utilizadores do Facebook abandonará a plataforma nos próximos anos.

O estudo surge numa altura em que são frequentes os relatos de abandono da plataforma, sobretudo pelos utilizadores adolescentes, algo que a empresa já admitiu, pelo menos parcialmente.

A rede social já emitiu a sua resposta e Numa publicação no próprio Facebook, três cientistas que trabalham para a empresa acusam os outros dois de confundirem a ligação que existe entre as pesquisas pelo termo “Facebook” e o número de utilizadores da rede. Usando uma metodologia semelhante, afirmam que seria possível concluir que a Universidade de Princeton deixaria de ter alunos em 2021, algo em que não acreditam.

 

Fonte: Jornal, O Público.

Pode ler-se o artigo completo em http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-vai-definhar-entao-a-universidade-que-o-diz-vai-desaparecer-1621022 

 

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Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/ciencia/tecnologia/como-limitar-o-uso-do-telemovel-aos-filhos

 

Os dispositivos móveis da Apple foram feitos para serem usados por adultos, porém podem revelar-se perigosos quando vão parar às mãos de crianças.

De forma a minimizar o risco, a Apple criou restrições no sistema operativo. Os pais podem controlar aquilo que os filhos fazem (ou não) nos aparelhos. 

Este controlo parental permite que as crianças possam continuar a utilizar ‘smartphones’ e ‘tablets’, sem que estejam sujeitos a uma vigilância constante.

 

 CINCO CONFIGURAÇÕES QUE LIMITAM O USO DO TELEMÓVEL

1. Ativar restrições

2. Restringir funções específicas

3. Acesso guiado

4. Mudar o código de acesso

5. Limitar o uso de Wi-Fi

 

 

 

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Segundo a SplashData, pela primeira vez a palavra “password” perdeu o primeiro lugar na sua lista anual de piores palavras-passe dando lugar à sequência numérica “123456”.

 Permanecendo no terceiro lugar desde 2012 está “12345678”, enquanto”qwerty” e “abc123” surgem em quarto e quinto lugar.   

 Devido a empresa Adobe que passou a informação da utilização generalizada de palavras-passe de segurança baixa aos utilizadores da sua empresa como o Photoshop, os resultados do relatório da SplashData deste ano saíram deturpados.

 Especialistas da área recomendam a utilização de palavras-passe baseada numa série de palavras-aleatórias, números e caracteres, fáceis de memorizar, mas não de tentar adivinhar.

 

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=3644457&page=1

 

Especialistas em segurança informática descobriram recentemente um ataque cibernético feito através de um objecto com o qual lidamos no nosso dia-a-dia…um frigorífico.

A Proofpoint, sociedade de segurança californiana afirma que estes piratas informáticos entraram em diversos sistemas informáticos de vários objetos ligados à internet, como é o caso de telemóveis, televisões ou até frigoríficos enviando assim milhares de “spams” ou mensagens de correio com conteúdo fraudulento.

Entre 23 de Dezembro e 06 de Janeiro foram enviadas cerca de 750 mil mensagens e as vítimas são empresas e indivíduos em todo o mundo.

Até aos dias de hoje estes ataques informáticos eram considerados apenas teóricos.