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ImageUma cadeira de rodas inteligente, aplicações para planeamento e escalonamento de cirurgias ou tecnologias para medir risco de AVC são alguns dos projetos desenvolvidos por investigadores do INESC TEC (Laboratório Associado coordenado pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto).

No total, serão exibidos no “Open Day INESC TEC SAÚDE 2014” 34 projetos com tecnologias consideradas inovadoras para a saúde. Esta iniciativa tem como objetivo identificar parceiros interessados em explorar os resultados dos projetos de investigação apresentados.

A meu ver, este tipo de projetos que visam o desenvolvimento e melhoria em áreas como a saúde representam sempre algo positivo, é importante aproveitar o avanço e progresso tecnológico para desenvolver áreas de interesse. Os cuidados de saúde são essenciais e os avanços nesta área são importantes, pois ajudam a prevenir e tratar certos casos. Esperamos que entidades, empresas e/ou utilizadores invistam nestes projetos de investigação, de forma a transpor para o mercado diversas e melhores soluções. Além de possibilitar melhorias na área da saúde, ajuda a tornar o país mais competitivo nesta matéria.

Fonte: Diário de Notícias, através de Google News

As tecnologias da informação e comunicação, normalmente apelidadas de TIC, são responsáveis por um cada vez maior crescimento das formas de acesso à informação.

A sociedade do conhecimento experimenta o consumo de conteúdos de forma cada vez mais simples. Notícias, publicidades, orientações geográficas, dicas de restaurantes e comércio, entre outras coisas, surgem diante de nós de forma quase instantânea, após solicitado. Podemos observar que na sociedade em rede, a informação é matéria-prima e as tecnologias são desenvolvidas para agir sobre a informação.

As novas tecnologias transformam então a informação em conhecimento, ao mesmo tempo que potencia reflexões críticas e promove processos eficazes de educação. Dentre as TIC, a internet, a TV digital e os media móveis, possuem o potencial para ampliar o acesso da população à educação e promover a inclusão digital.

Uma vez que um dos desafios do século XXI é tornar os profissionais cada vez mais capacitados a diagnosticar, procurar respostas e solucionar problemas para as modalidades, a utilização das novas tecnologias tende a promover modelos educacionais cada vez mais dinâmicos e interativos, que oferecem aprendizagem a qualquer hora, em qualquer lugar.

A educação à distância e os processos de aprendizagem relacionados ao conceito de educação híbrida configuram-se como um modelo de educação que tendem ao crescimento, uma vez que se adaptam às transformações sociais, económicas e tecnológicas que caracterizam a sociedade do conhecimento.

A geração do século XXI procura cada vez mais processos de educação que atendam às suas necessidades de aprendizagem. A transmissão de conteúdos deve ser realizada a partir de recursos multimédia e interativos, num processo construído de forma colaborativa e contínua por alunos e professores. A utilização das TIC tende a consolidar um modelo EAD (educação à distância), com linguagem própria em relação ao presencial, uma vez que será necessário criar novas formas de transmissão de conteúdos e não simplesmente transpor formatos utilizados em sala de aula para o ambiente virtual.

É assim necessário pesquisar quais são as aplicações interativas mais viáveis para serem desenvolvidas para a transmissão da EAD nas novas tecnologias, tendo em conta as determinações técnicas, como questões relacionadas à mobilidade, portabilidade, usabilidade e ao novo perfil do aluno que atua no processo de emissão de conteúdos.

A utilização dos potenciais das TIC caracteriza novos formatos de educação presencial e à distância, apresenta-se como uma das alternativas viáveis para atender a uma das demandas básicas para o desenvolvimento social e económico de um país: a educação.

As novas tecnologias possibilitam também aprimorar trabalhos e projetos. Através do uso das novas tecnologias as pesquisas são muito mais fáceis e rápidas para o utilizador, basta abrir o motor de buscar e inserir na área de pesquisa o tema sobre o qual se pretende obter resultados. Existem inúmeras plataformas que nos facilitam o acesso à informação e tornam as tarefas do utilizador bem mais fáceis. A apresentação de trabalhos e matérias torna-se assim também mais bem interativa, prática e interessante, capaz de cativar professores e alunos.

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Fonte: http://www.administradores.com.br/, através de scoop.it

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A rede social foi processada por alegadamente violar leis de privacidade. Esta é acusada de monitorizar e fornecer dados recolhidos nas mensagens privadas dos utilizadores, nomeadamente os endereços de internet partilhados, a terceiros para fins de marketing e publicidade.

Isto levamos a refletir sobre a questão “poderemos realmente utilizar as redes sociais de forma segura?”. A popularidade das redes sociais tem crescido nos últimos anos, estas dão-nos a possibilidade de contactar com familiares e amigos, independentemente da distância a que se encontram, contactar com novas pessoas, tanto a nível pessoal como profissional, entre outros. Ao mesmo tempo, surge uma série de questões sobre a privacidade do utilizador. Todos nós temos o direito à reserva da nossa vida e informações privadas. Basicamente, no nosso universo íntimo e pessoal somos nós quem decidimos quem deixamos entrar e ter acesso. Muitas das vezes o utilizador não protege a sua privacidade como deveria, podendo até ficar exposto a situações de risco. Neste tipo de redes sociais é importante não divulgar informações demasiado pessoais, como morada ou contactos pessoais, ter atenção a quem tem a possibilidade a aceder ao nosso perfil e comunicar connosco. Hoje em dia, o roubo de identidade e a invasão de contas é bastante frequente nas redes sociais. Nesta ultima, quem acede à nossa conta pode aceder às nossas mensagens privadas, tendo assim acesso a certas informações e divulgá-las. O facto de ter sido divulgado que a própria rede social monitoriza dados partilhados em mensagens privadas alerta ainda para um maior cuidado por parte dos utilizadores.

“Como os utilizadores pensam que estão a comunicar através de um serviço sem vigilância eles estão mais propensos a revelar dados sobre si próprios que não revelariam se soubessem que o conteúdo da mensagem estava a ser monitorizado”, refere a acusação. A acusação foi apresentada no princípio da semana, pelos utilizadores Matthew Campbell e Michael Hurley. Os responsáveis da rede social declaram que as acusações de que são alvo “não têm mérito” e que irão “defender-se vigorosamente”. Os queixosos pretendem que a rede social seja condenada a pagar uma indemnização de cerca de 73 euros por cada dia das alegadas violações ou de cerca de 7,3 mil euros, por cada utilizador.

As constantes alterações do Facebook, relativamente à maior exposição de dados pessoais partilhados na rede, tem sido alvo de grandes criticas e  já foi alvo de diversos outros processos relativos a questões de privacidade. Para além do Facebook, também o Google, Yahoo e LinkedIn já foram acusados de partilharem dados dos seus utilizadores para fins comerciais.

Fonte: sapo.pt

ImageInspirado no Google Glass, chega ao mercado um novo produto que, através de inteligência artificial, auxilia invisuais a ler ou identificar objetos. Basta apontar para o objeto e, com a ajuda de uma pequena câmara presa à armação dos óculos, identifica ou ajudar a procurar o objeto em questão. Um pequeno vídeo disponível na internet mostra como esta nova tecnologia pode ajudar a superar a limitação   (http://www.youtube.com/watch?v=nrWfLAh2T3k ). Neste vídeo, a mulher, Liat, consegue realizar várias tarefas consideradas simples, mas impossíveis para quem tem este tipo de limitações, como identificar o número do autocarro ou até mesmo ler um cardápio, com a ajuda deste equipamento. Este sistema, que torna os óculos capazes de ler e descrever textos e objetos, por enquanto encontra-se disponível apenas nos Estados Unidos.

Inúmeros investigadores de todo o mundo, exploram o potencial da tecnologia de modo a associa-la a soluções de acessibilidade e visão computacional, para assim ajudarem deficientes visuais a ter mais autonomia, superando os softwares e aplicativos para smartphones hoje disponíveis.

Existe ainda uma outra invenção capaz de ajudar deficientes visuais com capacidade de perceção de luz a melhorarem sua orientação espacial criada por Stephen Hicks, pesquisador de neurociência da Universidade de Oxford. Este desenvolveu uns óculos que detetam formas tridimensionais e permitem ao utilizador ver objetos próximos. O produto é composto por duas câmaras na parte frontal da armação que captam as imagens e as exibem numa tela OLED transparente na parte interna, criando assim um sistema de realidade aumentada para orientar o deficiente em relação ao que está na sua frente. Estes óculos possibilitam assim um maior conhecimento do espaço ao utilizador, dando-lhe mais confiança e autonomia.

O desenvolvimento das tecnologias possibilita então a criação de soluções para os necessitados. Não nos devemos esquecer deste tipo de pessoas com dificuldades, devemos aproveitar o desenvolvimento tecnológico para a criação deste tipo de sistemas que podem realmente fazer a diferença na vida dos utilizadores, tornando assim mais fácil a realização de tarefas. Estes produtos não permitem ao utilizador recuperar a visão, mas dá-lhes um mais fácil acesso à informação que procuram.

Fonte: blogs.estadao.com.br, através de Scoop.it

Uma das questões mais colocadas hoje em dia prende-se com as telecomunicações, que parecem estar a desenvolver-se à velocidade da luz. O pplware aborda esta temática e interroga-se sobre “o que esperar a nível de inovações e desafios, nesta área, no curto-prazo?” e ainda “como iremos continuar a interagir com os vários dispositivos móveis?”.

A constante evolução dos operadores móveis e a capacidade de inovação destes têm vindo a fazer crescer os serviços disponibilizados ao cliente. A voz parece estar a perder importância de outrora no meio, devido ao aumento das vendas de dispositivos móveis como, por exemplo, smartphones, tablets ou Notebooks, o que facilita a troca de SMS, emails e mensagens através de redes sociais. Posto isto, surge a questão, “será assim de esperar que a voz venha a ser um serviço tendencialmente gratuito?”

No que diz respeito ao hardware, os fabricantes de dispositivos móveis concluíram que o display deve ter uma dimensão mais reduzida para assim tornar mais rápida a utilização do dispositivo, o que consequentemente alarga a capacidade das baterias.

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Segundo a fonte, a  Electronic Wallet deverá igualmente ser uma solução no futuro próximo.  A massificação da integração de soluções NFC nos dispositivos móveis permitirá a integração de mais uma funcionalidade em smartphone ou tablet. Os vários cartões que guardamos em carteiras passarão para os nossos dispositivos móveis, permitindo aos utilizadores gerir, de uma forma mais cómoda, as várias iterações do quotidiano.

Os serviços LBS (Location Based Services), apresentam um imenso número de potencialidades a explorar, mas parecem estar ainda restritos ao Google e às redes sociais. Novos serviços poderão ser explorados, integrando o LBS em plataformas de comércio eletrónico ou servindo de suporte a lojas físicas, em serviços públicos e outros.

Com o aparecimento da internet e destas novas tecnologias a composição comunicacional sofreu alterações. As redes sociais mudaram totalmente a forma como as pessoas se expõem online, surgindo assim o relacionamento social digital. Surge um outro conceito, “Pegada Digital”, “que permanece na rede replicada por vários sites, atestando o nosso posicionamento na Internet ao longo da nossa vida.”

Os dispositivos móveis estão então a transformar os hábitos sociedade, facilitando e tornando mais cómodas várias práticas. Este tipo de equipamentos estão em constante evolução e que nos faz pensar sobre o seu futuro, sobre o que mais será criado e será possível de realizar através destes. Só nos resta aguardar para descobrir o que mais nos vai possibilitar a era digital. 

O documentário “Us now” descreve uma realidade dos dias de hoje, a sociedade está cada vez mais ligada através da internet e das novas tecnologias. São inúmeras as informações, sugestões, comunidades, entre outros, que podemos encontrar na internet. A internet e as tecnologias ajudam e facilitam realmente a vida de todos nós e pode ser a porta para um novo futuro, onde todos nós podemos ter um papel ativo na sociedade e na governação do país.

Graças à internet podemos pertencer a comunidades online, onde existe partilha de informações e são dados conselhos sobre o tema em questão, ou até mesmo criar a nossa própria instituição. Estas, por sua vez, com a sua estrutura de auto-organização, podem competir e “ameaçar” a própria estrutura dos governos. É assim criado um espirito de entreajuda e auto decisão que leva, todos os que nela colaboram, a sentir que o seu contributo faz a diferença e que têm realmente um papel na sociedade. Surge então a possibilidade de um governo colaborativo com a participação de todos os cidadãos através da internet. Isto faria com que a voz do povo, as suas opiniões e vontades, fosse ouvida. Devemos olhar para a internet como um portal de oportunidades para melhorar o futuro.

Adriana Fernandes – 20130328
CC 1ºano
Turma 1