Os e-books, tal como livros físicos, têm peso. De acordo com um cientista da computação na Universidade de Berkeley, um leitor de e-books de 4GB com 3.500 e-books pesa um bilionésimo de um bilionésimo de um grama mais do que se estivesse sem dados – uma diferença que é aproximadamente o mesmo peso de uma molécula de ADN. O mesmo número de livros físicos pesaria cerca de duas toneladas.

São não só mais leves do que os seus homólogos impressos, mas também são mais baratos, acessíveis instantaneamente em qualquer parte do mundo e ilimitado em termos de oferta. Por estas razões e não só, o crescimento do uso dos e-books tem vindo a crescer.

Mesmo que os livros físicos tenham ganho luta na forma de contar histórias, eles não estão a começar a desaparecer. A presença física (e duradoura) tornou-se importante num mundo tecnológico rodeado de mudança. Em vez de “matarem” os livros físicos, os e-books fizeram com que se criasse uma espécie de fetiche pelas páginas impressas.

Os editores começaram então a lançar novas edições, mais apelativas à visão e mais caras, quase como objetos de arte para uma prateleira. Fitas de marcador, tipografia artística, chapas metálicas e impressionantes capas coloridas fazem parte da reembalagem de clássicos que muitas vezes encontram-se disponíveis gratuitamente on-line.

A industria literária é mais um dos casos de adaptação e aproveitamento da tecnologia. Os livros ganharam uma nova magia e para os amantes da tecnologia os e-books são certamente a solução.

Advertisements