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O jornalismo móvel e digital assume cada vez mais importância para o utilizador dos novos dispositivos móveis. Podemos pensar que grande parte dos cidadãos toma conhecimento das noticias da atualidade através do seu smartphone/tablets, através de feeds RSS e deixando para segundo plano os jornais em papel e as publicações impressas.

Este crescimento é acompanhado por aqueles dispositivos muito recentes, recorde-se que o iPhone surgiu em 2007 e o iPad apenas em 2010.

Até mesmo os números referentes aos “downloads” de apps mostram a dimensão do fenómeno.

Em 2013 a aplicação do «Público» foi descarregada por 421 mil utilizadores, a aplicação gratuita do «Expresso» foi descarregada por 157 mil utilizadores, a da «TSF» por 126 mil, a do «Jornal de Notícias» por 124 mil, a do «Correio da Manhã» por 52 mil, e a da «Rádio Renascença» por 13 mil.

Face ao jornalismo tradicional o móvel permite oferecer conteúdos mais personalizados usando as tecnologias dos dispositivos de receção. A capacidade multimédia, a ligação à Internet, o recetor de GPS ou o acelerómetro, por exemplo, permitem construir informação diferente de tudo o que os utilizadores estão habituados.

Fonte: Twitter

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