Fonte: Scoop.it

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Na conferência, que ocorreu na Escola Superior de Comunicação Social, estiveram presentes diversos jornalistas e diretores de media portugueses e também jornalistas e especialistas de vários países, nomeadamente dos EUA, como Mark Kramer, Amy O’Leary, do The New York Times, onde existem mais experiências de jornalismo narrativo e literário na internet,  e ainda quatro jornalistas do Público.

 Segundo o jornalista do Público, Paulo Moura, “Há quem pense que o jornalismo está superficial e vai desaparecer por causa da Internet, nós queremos justamente mostrar o contrário que o jornalismo pode ser ainda mais profundo e mais sério com as ferramentas que a tecnologia trouxe”. 

Na perspetiva de Mark Kramer , fundador do programa para o jornalismo narrativo da Fundação Nieman, o jornalismo literário tem um papel importante a desempenhar na realidade digital, quer agora quer no futuro. Kramer já publicou no The New York Times, na National Geographic ou na Atlantic Monthly, mas sublinha que é dos títulos mais pequenos e independentes que tem vindo muita da inovação.

Amy O’Leary, do The New York Times, afirma que “Quando havia escassez de boa informação no mundo (e um vasto público sedento dela), o jornalismo parecia ser uma indústria muito segura, com um futuro risonho”.

Estiveram ainda na conferência o diretor-adjunto do jornal espanhol El País, Borja Echeverraía, o editor-executivo do The Actvist, Charles Homan, entre outros.

Link para o site da conferencia: http://www.escs.ipl.pt/oregressodojornalismo/

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